Visita 3D a Tumba de um Faraó!

Você já encontrou em uma tumba? Não? Então bora sair da zona de conforto sem sair de casa! 

Em tempos de pandemia, atividades virtuais tem conquistado o público de todas as idades. Com certeza não substitui nossa vida ao ar livre, mas enquanto ficar em casa for a melhor opção, vamos arrumando formas de aventurar.

Em uma campanha incrível do governo egípcio é possível visitar a tumba do faraó Ramessés VI em 3D. A campanha, cujo nome é “Experimente o Egito em casa”, é realmente impressionante. 


Vamos passear? Acesse o link e boa viagem!
Experimente o Egito em casa: Tumba do Ramessés VI em 3D 

Sugestão:

Para simular o passeio, basta ir clicando em qualquer direção para que possa ver tudo.  Então ande um pouco e pare muitas vezes. Sempre que parar, veja em volta com o dedo ou o mouse para ver detalhes. 

Na saída, mais uma surpresa! Parece mesmo que está saindo para o ar livre, no deserto. Por enquanto, vamos curtir essa vista virtual! 


Quem foi Ramessés VI

Ramessés VI foi o quinto faraó da XX dinastia egípcia que governou entre cerca de 1142 e 1135 a.C. O seu prenome foi Nebmaet-rá o que significa “Rá é senhor de Maat”.

Ramessés é o último soberano da época do Império Novo cujo nome se encontra atestado no Sinai, onde os egípcios se dirigiam para explorar as pedras preciosas

O que é um faraó

Os faraós eram os administradores máximos do Egito, cabiam a eles os cargos de chefe do exército, primeiro magistrado e sacerdote supremo.

Para completar a máquina administrativa do Império, os faraós eram auxiliados por escribas, que eram responsáveis pela burocracia; generais e oficiais do exército, encarregados das guerras; uma espécie de primeiro-ministro, chamado de Tjati, e os sacerdotes, encarregados das práticas e crenças religiosas.

Segundo a mitologia egípcia, o deus Hórus havia governado o Egito por muito tempo, só depois que se estabeleceu o primeiro governo humano, no qual o monarca era um descendente direto de Hórus.

A suposta linhagem divina tornava o faraó um ser sagrado no Egito, acreditava-se que seu sangue era composto pelos traços divinos do deus Hórus e por isso possuía o poder.

Um dia em Belém, Lisboa é suficiente?

Sim! Para quem não tem muitos dias para conhecer todos os cantos, museus e igrejas (que são muitas!) de Portugal, ter apenas um dia em Belém é suficiente para aproveitar muito!

Nosso primeiro dia na Europa foi bem puxado, principalmente pelo erro de logística que já comentei. Caso não saiba do que estou falando, clique aqui e veja o primeiro texto da série de Portugal. Por isso, a ideia do segundo dia era ter um ritmo mais reduzido para aproveitarmos, mas sem cansar muito nos primeiros dias da viagem.

Decidimos ir para Belém, conhecer a famosa Torre, o Mosteiro de São Jerônimo e, claro, comer o famoso Pastel de Belém. Pegamos um metrô até a praça do comércio e de lá seguimos de ônibus. Apesar do café da manhã do hotel ser satisfatório, nosso deslocamento levou tempo suficiente para já irmos comer um dos melhores doces que já provei na vida.

Havia fila no restaurante, mas o espaço é grande e há muita rotatividade. Ficamos um bom tempo por ali, aproveitando o momento em família comendo sem pressa. Na sequência passamos pela Igreja Santa Maria de Belém, e pela fachada do Mosteiro de São Jerônimo, este último fechado por ser dia 24 de dezembro.

Dali, fomos até ao Padrão dos Descobrimentos. Após algumas fotos, seguimos nossa caminhada até a Torre de Belém. Tivemos o privilégio de assistir a um pôr do sol lindo (por volta das 16 horas, já que no inverno europeu escurece bem cedo e o amanhecer clareia após às 8:00 da manhã).

Retornamos a pé até o local em que desembarcamos do ônibus e pegamos um bonde (moderno e não turístico como o da Praça do Comércio) até próximo ao Mercado da Ribeira. Ali comi a melhor pizza da viagem (Na minha humilde opinião, melhor do que as que provei na Itália), bebemos e fechamos confraternizando em nosso quase Natal (antecipado em algumas horas, já que meia noite já estávamos todos dormindo).

06 parques incríveis para visitar em MG

Minas Gerais é um estado conhecido pela paisagem montanhosa. Repleto de cachoeiras, chapadas e uma grande biodiversidade, com sua natureza exuberante.

E para manter nosso Estado com toda essa beleza conservada existem, entre outras coisas, diversos parques que são na verdade unidades de conservação (UCs).

Isso quer dizer que grande parte das belezas naturais que temos está protegida por lei em áreas preservadas por possuírem características ambientais importantes para a sociedade e para a natureza. 

Quer ajudar a defender a natureza? Que tal começar visitando essas unidades de conservação?

Dessa maneira, é possível ver de perto a diversidade da fauna e da flora, conhecer a estratégias utilizadas na conservação dessas áreas, desfrutar da experiência de se ter contato com o ar puro e com todas as belezas e a tranquilidade que esses espaços proporcionam.

Ocupando essas unidades de conservação, as pessoas mostram ao poder público que faz sentido investir no cuidado com esses espaços. 

Vamos ajudar falando um pouco sobre seis desses parques. Bora já preparar o roteiro para as férias de final de ano?

PARQUE DO ROLA MOÇA

A área protegida está localizada na Região Metropolitana de Belo Horizonte – incluindo os municípios de Nova Lima, Ibirité e Brumadinho.

É o terceiro maior parque de área urbana do país com 4 mil hectares, o equivalente a 5.611 campos de futebol.

Esse parque, situado numa zona de transição de Cerrado para Mata Atlântica, é o habitat natural de espécies da fauna ameaçadas de extinção, como a onça parda, a jaguatirica e o lobo-guará

Outra boa surpresa do Parque do Rola Moça é a possibilidade de ver um lindo pôr do sol. Para isso, há diversos mirantes.

Mas até chegar o final do dia, muita beleza e diversão pode ser encontrada em trilhas e cachoeiras, que possuem uma boa estrutura para receber os visitantes.

Endereço: A entrada do Parque fica na Av. Montreal- no bairro Jardim Canadá, em Nova Lima. O telefone para mais informações é (31) 3581-3523. 

PARQUE DO SUMIDOURO

Esse é um dos nossos preferidos. Para quem também curte aventura, o Parque conta com diferentes opções de escaladas e trilhas guiadas. Durante a caminhada, é possível sentir a umidade típica de uma vegetação que mistura Cerrado e Mata Atlântica. 

E tem muito mais! Além da natureza e dos esportes radicais, um pedaço importante da história de Minas Gerais está guardado por lá.

Um exemplo é a Casa Fernão Dias, um patrimônio cultural tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha) que faz parte do espaço.

Quer mais? O Parque do Sumidouro tem! Lá existem 53 cavernas e 157 sítios arqueológicos.

Na Lapa do Sumidouro, por exemplo, é possível ver de perto as pinturas rupestres, com registros feitos por quem vivia em harmonia com a natureza selvagem há milhares de anos atrás.

Portaria Museu Peter Lund / Gruta da Lapinha: (31) 3689 8592 / (31) 3689 8585 / (31) 3689 8575 / (31) 3689 8037

Endereço: Rodovia AMG 0115, estrada Campinho-Lapinha, Km 6. Lagoa Santa / MG

PARQUE DO ITACOLOMI

Piscinas naturais, quedas d’água, e muita diversidade de animais. Essa unidade de conservação é mais uma daquelas que tem a natureza como maior triunfo, mas também tem muita história.

Quem sobe até o pico, uma caminhada de pouco menos de duas horas a 1700 metros de altitude, pode ver lá de cima um amplo horizonte. Alcançando as cidades de Ouro Preto, Mariana, a represa de Lavras Novas e até uma parte da Serra do Caraça. As trilhas são autoguiadas, com sinalizações durante todo o caminho. 

Quem visita o Parque também pode conhecer o Museu do Chá, situado na antiga Fazenda José do Manso, lugar conhecido por ser polo produtor de chá na primeira metade do século XX. 

O Parque também abriga o complexo de cachoeiras da Serrinha com lindo cenário, quedas d’água e piscinas naturais onde o visitante poderá se banhar e contemplar a paisagem.

Endereço: O Parque está localizado na BR-356, Km 98 – Bauxita, Ouro Preto – MG, 35400-000. Para mais informações é só ligar (31) 3551-6193 

PARQUE ESTADUAL DO IBITIPOCA

Não é à toa que o Parque Estadual de Ibitipoca é um dos mais visitados de Minas Gerais. São 1.500 hectares de área protegida, o mesmo que 2.100 campos de futebol.

Para garantir a proteção da área, mantendo sua tranquilidade, por dia, somente é permitida a entrada de no máximo 600 pessoas. 

Para receber tanta gente que vem de longe, o espaço se modernizou, contando com centro de informações, restaurante e camping. São três as opções de circuito para quem quer fazer as trilhas, todas devidamente sinalizadas para quem quiser ir por conta própria.

Existem alternativas de caminhadas mais pesadas e até trilhas que contam com passagem por águas bem calmas, ideais para quem vai com crianças. 

Um dos pontos altos do Parque é a famosa Janela do Céu, localizada acima de uma cachoeira de 20 metros, onde correm águas douradas vindas do Rio Vermelho.

Existem também diversas grutas no Parque, como a Gruta dos Fugitivos, que recebeu esse nome por ser o lugar de refúgio de negros escravizados.

Já a Gruta dos Três Arcos tem 30 metros de extensão, espaço onde se pode caminhar com a ajuda das luzes que entram pelas fendas. 

Endereço: Para chegar, você precisa ir até a Vila de Conceição do Ibitipoca, que fica a três quilômetros da portaria do Parque. Se precisar de mais informações, ligue (32) 3281 1101

PARQUE DO RIO PRETO

A região atrai turistas pela fauna e pela flora conservadas e por guardar tesouros históricos, como pinturas rupestres e paredões de quartzo em uma área protegia de 12.184 hectares.

Localizado no município de São Gonçalo do Rio Preto, o parque está a aproximadamente 70 quilômetros de Diamantina.

A unidade de conservação está inserida no complexo da Serra do Espinhaço e foi o primeiro a receber o marco de referência da Estrada Real – que vai de Parati a Diamantina. 

Os recursos hídricos privilegiados favorecem a formação de cachoeiras, piscinas naturais, corredeiras, sumidouros, cânions e praias fluviais com areias brancas – todas abertas à visitação.

Entre os atrativos turísticos, destacam-se as cachoeiras do Crioulo e da Sempre Viva, as pinturas rupestres e os mirantes naturais, que permitem aos visitantes observar toda a área da unidade e do entorno.

O parque oferece 12 alojamentos, simples, mas confortáveis, para até 52 pessoas. Há também área de camping para 30 barracas. De quinta-feira a domingo, o restaurante serve comidas mineiras.

Endereço: Para chegar é preciso ir a São Gonçalo do Rio Preto e, de lá, seguir 14 quilômetros até a portaria do Parque. A estrada é de terra batida e bem sinalizada.  Para mais informações, ligue (38) 99765621.

PARQUE DO RIO DOCE

O Parque fica na região do Vale do Aço e em seus 35.970 hectares de área preservada está a maior floresta tropical de Minas Gerais. 

O lugar também é conhecido pela quantidade de água que guarda. São 42 lagos naturais, sendo que um deles é considerado um dos maiores e mais profundo do Brasil, chegando a 39 metros de profundidade.

Existem alojamentos e campings disponíveis dentro do Parque para quem quer ficar imerso nessa área verde cheia de surpresas.

Endereço: MG 760, Santa Rita de Marliéria. Para mais informações, ligue (31) 3824-6146

O QUE FAZER EM CAMPOS DO JORDÃO COM CHUVA? VEJA 5 DICAS!

Contamos tudo que fizemos em nosso primeira viagem à Campos do Jordão. Confesso que foi dessas viagens que acontecem exatamente como planejamos: Estava com o tempo firme e ensolarado porém com queda na temperatura ao anoitecer.

Foi perfeito fazer todos os passeios à céu aberto que havíamos planejado, como ir ao Teleférico e conhecer o Pico do Itapeva. Ao anoitecer o frio dava um clima especial para um foundue e também para curtir a pousada que era uma delícia.

Mas, como nem tudo são flores sempre, dessa vez não teve nada disso. Voltamos à Campos do Jordão à trabalha. Fizemos o Resgate em Áreas Remotas da primeiro evento Rock Mountain Games! O evento ocorreu no sábado e domingo com provas de mountain bike, ciclismo em estrada, trail run e muito mais.



Até sexta-feira o tempo estava firme. Mas, justamente no final de semana a chuva tomou conta da pequena cidade de São Paulo. Foram dois dias quase completamente embaixo d’água, com temperaturas que chegaram a 4° graus e muita neblina.

Em nosso caso, o trabalho seguiu (quase) normalmente. Faça chuva ou faça sol a equipe Nerea está sempre pronta para atuar. Mas, vendo o teleférico parado e muitas vezes nem conseguindo vê-lo devido as névoas, fiquei me perguntando: Afinal, o que fazer em Campos do Jordão quando chove?

Infelizmente, a maioria das atrações não funcionam com esse clima. Mas pensando um pouco no assunto e pesquisando mais um pouco, descobrimos que é possível sim aproveitar Campos do Jordão mesmo com frio, neblina e chuva. Vamos dar algumas dicas do que encontramos.

Leia também:
Campos do Jordão: O que fazer, onde comer e onde se hospedar

1 – Restaurantes em Capivari

Foto: Junho de 2019 – Sombrinhas temporárias

Esse tópico não tem erro. Mesmo com chuva os restaurantes funcionam e são ótimas opções se proteger da chuva e aproveitar um pouquinho do clima europeu.

Ainda na Vila existem galerias e shopping que podem ser visitados. Quando fomos, aproveitamos para comprar alguns chocolates e licores na loja Chocolate cacau de Campos. São deliciosos e valem muito a pena. E claro, aproveite para tomar um chocolate quente que não irá se arrepender.

 

2 – Chocolate Araucária

Ainda pensando em gordices, outra opção para passar o tempo de um jeito literalmente delicioso é fazendo um tour na fábrica de Chocolate Araucária. Dá para aprender um pouco sobre o processo de como é feito os chocolates e ver parte da produção! Não tivemos a oportunidade de ir até o local, mas confesso que só de ver as fotos nos deu água na boca.

 

3 – Palácio da Boa Vista

Esse palácio pertence ao Governo do Estado de São Paulo e vale a visita em dias de sol e de chuva. Lá você verá de perto milhares de peças históricas e conhecerá um pouquinho do recanto de descanso do governador.

Para não perder o custo, vamos voltar às comidas! Rs. No palácio tem uma cafeteria que é muito visitada em dias de céu azul por ter uma vista belíssima, mas nada impede que aproveitar a visita para fazer uma boquinha em um lugar gostoso.

 

4 – Tour Baden Baden

Está com a viagem programada para Campos do Jordão e o aplicativo só mostra dias de chuva e nublados? Já faz logo a reserva para o tour da cervejaria Baden Baden que é bem concorrido. Para quem curte uma cerveja de qualidade, no tour irá aprender mais sobre a marca e a diferença dos seus sabores. Ainda poderá degustar três tipos de cerveja para fechar com chave de ouro.

 

5 – Museu da Xilogravura

Por fim, uma visita bem cultural. Para quem, assim como nós, está na dúvida do que é xilogravura vamos colar aqui o que o Google diz à respeito: “Xilogravura ou xilografia é a técnica de gravura na qual se utiliza madeira como matriz e possibilita a reprodução da imagem gravada sobre o papel ou outro suporte adequado. É um processo muito parecido com um carimbo”

No museu existem várias obras que utilizam dessa técnica. Pelas fotos, parece ser bem legal.

 

6 – Dica Extra

Foto: Hotel Castelo Nacional – Hospedagem em junho de 2019

Não deixe que o clima estrague a sua viagem! Curta tudo o que puder, conheça lugares que nem pensaria caso o dia fosse de sol.

As próprias pousadas e hotéis costumam ser uma atração à parte, então relaxe e aproveite!

CAMPOS DO JORDÃO: O QUE FAZER, ONDE COMER E ONDE HOSPEDAR

Falamos recentemente da nossa viagem para Monte Verde, conhecida também por Suíça Mineira. Agora vamos contar um pouco da nossa experiência na cidade que é conhecida também por Suíça, mas essa é a brasileira: Campos do Jordão, São Paulo.



Realmente Campos do Jordão merece esse apelido carinhoso. Ao chegar na cidade o portal de entrada já te dá uma ideia da arquitetura típica do local, semelhante a europeia. Muitas pousadas e hotéis seguiram essa mesma ideia de glamour e aconchego, mas é na Vila Capivari que você verá isso ainda mais forte.

 

Vila Capivari – Onde Comer em Campos do Jordão?


FOTO: Vila Capivari – Sombrinhas expostas em ação da Cielo entre junho e julho de 2019

As ruas mais famosas de Campos do Jordão! É na Vila Capivari que encontram-se os principais restaurantes e também alguns shoppings. Com variadas opções gastronômicas, um passeio por lá é um constante convite à um jantar ou lanche.

Alguns restaurantes mais famosos, como o da Baden Baden, costumam fazer fila mesmo em dias de semana. Por isso, a nossa dica é chegar cedo nesses casos. Para quem está procurando um lanche, o Pastelão do Maluf é o mais indicado! Dividimos um pastel que além de grande é muito bem recheado e ficamos bem satisfeitos.

Mas nem só de boa alimentação se vive Campos do Jordão. O frio na barriga ao fazer o passeio de teleférico e a vista do Mirante de Itapeva de tirar o fôlego também são sensações que valem à pena!

 

Teleférico de Campos do Jordão

Localizado também em Capivari, esse é um passeio que vale muito à pena. Fomos em junho de 2019 e pagamos R$ 17,00 por pessoa a ida e volta.

O teleférico te leva até o Morro do Elefante, de onde é possível ter uma bela vista de parte da cidade. Também no local há o Parque dos Elefantes. A entrada é gratuita, desde que você tire uma foto ao entrar que eles transformarão em um chaveiro e tentarão te vender ao final.

Além de divertido, esse passeio também é histórico, pois esse foi o primeiro teleférico construído no Brasil. Foi inaugurado em 1970 e possui 560 metros de percurso que são feitos em aproximadamente 5 minutos.

Spoiler: Moradores da região disseram que o teleférico será reformado, ganhando mais segurança e também ares mais atuais. Então, para quem gosta da ideia de utilizar o primeiro teleférico do país, marque logo sua viagem à Campos!

Mas calma! Se você tem medo de altura ou não curtiu muito a ideia, é possível ir até o Morro do elefante de carro e aproveitar a vista de forma mais tranquila.

 

Mirante Pico do Itapeva

Se você gosta de perder a noção da hora olhando as maravilhas da natureza, esse passeio é imperdível! Com uma das vistas mais bonitas da Serra da Mantiqueira, o Pico possui 2.030 metros de altitude.

De lá é possível avistar 15 cidades em dias mais abertos, como esse de quando fomos. Até a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, que foi nosso destino seguinte e ainda contaremos aqui, conseguimos ver!

O Pico do Itapeva fica na verdade em Pindamonhangaba, cidade vizinha a Campos do Jordão. Mas a distância é pequena e a estrada está muito boa!

Optamos por não acessar ao parque, que estava sendo cobrado o valor de R$ 20,00 por carro mais R$ 10,00 por pessoa. Continuamos subindo a estrada e, assim como muitos outros carros, paramos no acostamento alguns minutos para contemplar.

 

Bosque do Silêncio

O Bosque do Silêncio é um local muito procurado por quem curte uma aventura. Lá estão localizadas várias tirolesas, arvorismo e paintball. Dessa vez não estávamos em busca de adrenalina, mas fomos até o bosque para conhecer.

Ficamos pouco tempo, antes de irmos ao Pico do Itapeva. Valeu a passagem!

 

Bondinho

O bondinho e as estações são uma atração por si só. Mesmo para quem não tem o interesse de fazer o passeio, vê-lo circular na avenida principal traz uma nostalgia e um charme a mais para a cidade.

A Estrada de Ferro Campos do Jordão disponibiliza dois passeios de bondinho. Um deles com o percurso maior, indo até o portal de entrada da cidade e o segundo com a metade do tempo, aproximadamente 30 minutos.

Porém, essa segunda opção é apenas aos finais de semana. Fizemos o passeio de uma hora que foi bem gostoso, mas acreditamos que o de 30 minutos seja suficiente para experimentar algo que foge da nossa rotina nos dias de hoje.

 

Onde se Hospedar em Campos do Jordão?

São muitas as opções. Várias delas ficam bem próximas a Vila Capivari, sendo possível ir a pé até as principais atrações.

Nós optamos por um hotel mais distante, mas que valeu muito à pena! Nos hospedamos no Hotel Castelo Nacional Inn, localizado bem próximo ao Palácio Boa Vista.

Com ótima estrutura e opções de lazer como piscinas internas aquecidas, saunas e cinema, tiramos um tempo para curtir o hotel e relaxar.

 



Como chegar em Campos do Jordão

Campos do Jordão vale a Visita mas é uma viagem longa para quem mora na capital mineira. De Belo Horizonte até a cidade são aproximadamente 500 km.

TRILHA DA PEDRA REDONDA EM MONTE VERDE

Ah, Monte Verde realmente nos encantou. Temos certeza que quem está nos acompanhando também já ficou com vontade de ir até lá, não é mesmo? Então vamos aumentar essa vontade!

Leia também:
Tudo Sobre Monte Verde: Hospedagem, Passeios e Restaurantes 
Passeio de UTV em Monte Verde: Adrenalina e Emoção 

Hoje vamos falar de mais uma aventura que fizemos por lá: A subida até a Pedra Redonda. Com uma trilha de menos de 1 km considerada de nível médio, esse é o pico mais turístico de Monte Verde.

Tiramos uma manhã inteira para curtir o trajeto e a chegada, mas com uma média de 1 hora e 30 minutos é possível ir e voltar do pico da Pedra Redonda. Se você também adora contemplar a beleza da natureza deixamos já uma dica: Vá com mais tempo para curtir essa experiência!



Com aproximadamente 600 metros de trilha há um mirante lindo para descansar, tirar fotos e já sentir o gostinho da maravilha que o fim trilha reserva. Com estrutura de madeira e esse panorama incrível, ficamos por ali alguns minutos antes de seguirmos para os últimos e mais íngremes metros da caminhada.

Para facilitar o acesso, escadas também de madeira com corrimão foram construídas nos trechos mais difíceis. A euforia e curiosidade para chegar até o pico da Pedra Redonda torna a subida uma parte igualmente deliciosa do passeio. Mas fica o alerta:

Ainda que possua tais estruturas, seja curta e bem sinalizada, é necessário estar preparado para realizar essa trilha. Deixamos aqui embaixo algumas sugestões para você se organizar para ter um dia incrível.

 

 

O que Levar para o Pico da Pedra Redonda:

  • Use sapatos adequados, como tênis e botas de trekking. Apesar de ser uma trilha de nível fácil, como falamos, há trechos extremamente íngremes. Além disso, galhos de árvores, poças de água e outros imprevistos podem atrapalhar caso esteja com outro calçado. Além disso, ao chegar no pico, a pedra tem inclinações e pode estar escorregadia.
     
  • Vá com roupas confortáveis e que possam sujar eventualmente. Por menor que seja, a trilha é de terra. Poeira e/ou lama podem fazer parte da sua aventura! Outro ponto é que ao chegar ao pico é natural sentar nas pedras para tirar fotos e descansar. 
  • Também pensando em vestuário, não esqueça um agasalho. Fomos em um dia ensolarado com a temperatura agradável, mas confesso que ao chegar no topo, o vento mais frio foi um fator que nos fez retornar mais rápido. (E ainda assim valeu MUITO à pena)
      
  •  Leve uma garrafinha de água e mantenha-se hidratado. Apesar de serem poucas horas de passeio, o cansaço tende a nos deixar com mais sede. Não é um item essencial, mas pode te dar mais conforto. 
  •  Use filtro solar mesmo em dias mais nublados. Lembre-se também que em dias de sol, não há sombra no pico da pedra. O sol somado ao vento mais frio, típico da região e também da altitude, pode incomodar e deixar marcas. Por isso proteja-se, inclusive com protetor labial. 
  •  Caso não esteja acostumado com trilhas, contrate um guia para acompanhar. Existem várias operadores em Monte Verde, indicamos a agência Nossa Viagem, que faz esse passeio também ao final do dia para acompanhar um pôr-do-sol inesquecível.


Sobre o Topo da Pedra Redonda

O Pico da Pedra Redonda, um dos picos de Monte Verde, possui altitude de 1990 metros. O local é amplo, comporta dezenas de pessoas ao mesmo tempo. Fomos em um dia que estava bem movimentado, mas foi fácil conseguir um lugarzinho para admirar a vista privilegiada.

Do alto da Pedra é possível observar a Serra da Mantiqueira, o Vale do Paraíba e a Vila de Monte Verde. Até mesmo Campos do Jordão é possível de ser visto ao fundo, em dias mais claro e limpos.

No local não há limitadores de áreas que não podem ser acessadas, por isso tenha muito cuidado. Chegar mais próximo das bordas e tirar fotos diferentes pode ser tentador, mas certifique-se de que é seguro!

 

Como chegar Até a Trilha da Pedra Redonda

A estrada de acesso à entrada da trilha é quase integralmente de terra. A entrada para a trilha fica a pouco mais de 3 km do centro de Monte verde e algumas partes dela não sofrem manutenção frequente. Por isso, o indicado é que faça o percurso com um 4×4.

Utilizamos GPS, aplicativo Waze, para chegar até o Portal de entrada para a trilha. Houveram alguns pequenos erros por parte do aplicativo, que sugeriu rotas em que não era possível o acesso mesmo estando de jipe.

Acabamos gastando um pouco mais de tempo na estrada, mas nada que atrapalhasse nosso passeio. Para evitar tais contratempos, nossa sugestão é seguir pela estrada principal e, se possível, perguntar para pessoas locais.