TUDO SOBRE MONTE VERDE: HOSPEDAGEM, PASSEIOS E RESTAURANTES

Dia dos namorados acabou de passar e nós aproveitamos da melhor maneira possível: Viajando! Tiramos uma semaninha de férias e fomos conhecer mais um pouquinho de Minas Gerais. O destino não poderia ser mais romântico: Monte Verde, conhecida como a Suíça Mineira.

Por que escolhemos Monte Verde? Motivos não faltaram! Esse destino era inédito para nós dois, e conhecido como um dos mais românticos do nosso estado. Além disso, descobrimos que teríamos opções de atividades de aventura. Perfeito para sairmos da zona de conforto em uma segunda lua-de-mel!



Além de ser conhecido pelo romantismo e estilo europeu, o distrito de Camanducaia também nos ganhou pelo clima. Viajamos no final do outono, o que garantiu um friozinho gostoso, mas sem tanto rigor quanto no inverno. Ao longo do dia os termômetros se aproximavam de 20°C e ao cair da noite, chegamos a pegar 6°C.

Para combinar com esse tempinho, nada melhor que uma lareira, um vinhozinho, fondue e chocolate quente. E tivemos tudo isso durante os dias que passamos por lá, dá uma olhada nessas dicas incríveis:

 

Onde se Hospedar em Monte Verde?

 

Opções não faltam por lá, para todos os gostos e bolsos. Segundo o site oficial de Monte Verde, são mais de 200 opções de hospedagem somando mais de 4000 leitos. Optamos a Pousada Cantinho das Estrelas e não poderíamos ter escolhido melhor!

Um pouco mais afastada da rua principal – onde ficam os principais restaurantes e lojas – a Pousada é cercada por verde, tem uma vista linda e o chalé é super aconchegante. Mas o maior diferencial com certeza é o atendimento, que nos faz se sentir em casa e ao mesmo tempo como Estrelas Famosas.


O café da manhã é uma delícia e a Pousada oferece ainda um chá da tarde, para aquecer o corpo e o coração!

Fomos embora já querendo voltar. Esperamos que seja em breve!

 

Onde Comer em Monte Verde?

Já saímos de Belo Horizonte, que fica a 485 km, pensando em experimentar um fondue. Descobrimos que matar essa vontade não seria difícil, pois quase todos os restaurantes possuem essa opção no cardápio.

Você pode escolher algum local que você coma o fondue de sua escolha, pode também escolher pela sequência de fondue (carne, queijo e chocolate) ou ainda optar pelo rodízio e comer à vontade. Ficamos com essa última opção.

Escolhemos o restaurante Garagem Vemaguet, que possui decoração automobilística, porém aconchegante. No dia que fomos, havia música ao vivo de excelente qualidade, mais voltada para o MPB.

Os pratos estavam do nosso agrado, mas o que realmente nos ganhou foi o fondue de chocolate com frutas da época (banana, maçã, uva e morango). Dá água na boca só de lembrar!

Já durante o dia, o chocolate quente era o nosso grande amigo! Provamos o do Montanhês, que é realmente uma delícia e também da Gressoney, fábrica mais antiga de Monte Verde. Esse segundo foi o nosso campeão! Aproveitamos a visita e levamos também alguns chocolates para saborearmos em casa com aquele gostinho de nostalgia.

 

Passeios em Monte Verde

Aproveitar a pousada e a gastronomia de Monte Verde já seria um passeio incrível. Mas ficou ainda melhor!

Fizemos um passeio de UTV em um circuito fechado com a Nossa Viagem que foi surpreendente! Tanto que faremos uma postagem separada para contar detalhadamente essa aventura.

Outra aventura foi uma caminhada que superou as nossas expectativas: subida até à Pedra Redonda. Também faremos um post apenas para contar todas as nossas impressões de lá.

Por fim, fomos até ao Mirante do Aeroporto, de onde é possível avistar a Pedra que subimos e outros picos da região. O aeroporto de Monte Verde é o mais alto do Brasil, com 1.560 metros de altitude. Para quem gosta de fotos, esse muro abaixo fica logo no acesso do aeroporto e vale o click.

Ficamos apenas dois dias por lá, por isso selecionamos esses lugares para conhecer. Mas para quem pretende ficar mais dias, existem outros atrativos:

– Pedra Partida
– Pico do Selado
– Chapéu do Bispo
– Passeios de quadriciclo
– Passeios 4x4 de Land Rover (Assim como para o UTV, indicamos aqui o Nossa Viagem. De confiança e qualidade!)

 

Como Chegar em Monte Verde

Para os mineiros, assim como nós, quer se apaixonar por esse paraíso próximo à Serra da Mantiqueira, deixamos aqui o mapa saindo de BH até Monte Verde.

Siga pela BR 381, Fernão Dias, sentido São Paulo. Ao chegar em Camanducaia entre na saída 918 e siga as placas!

Peru além de Machu Picchu

Um dos destinos mais famosos da América Latina é Machu Picchu, que está localizado no Peru e foi o destino da viagem do empresário Márcio Andrade do Vale e sua esposa, Cecília Luciana Resende.

Apesar do destino principal ser o sítio arqueológico mais conhecido da civilização Inca, ele conta que o país como um todo chamou muito atenção:

Não escolhemos apenas Machu Picchu e sim o país(Peru), pois possui uma natureza exuberante, além dos diversos sítios arqueológicos Incas, como: Qorikancha, Sacsayhua, Q’Engo, Puka Pukara, Tambomachay, Ollantaytambo e é claro o principal e maior que é Machu Picchu.

 


 

Machu Picchu

Para quem não conhece a cidade perdida dos Incas mais famosa do mundo, Machu Picchu é um sítio arqueológico que foi construído no século XV. Por ser mundialmente conhecido e historicamente importante, o local é considerado Patrimônio Mundial da UNESCO.

Por ter sido encontrada apenas em 1911, o local se deteriorou muito e apenas 30% das construções estão em seu formato original. Bem organizada e dividida em área agrícola e área urbana, a qualidade das estruturas mostram um pouco da capacidade do Povo Inca.

Segundo a história da civilização, Machu Picchu foi planejada para a passagem do Deus do Sol.

Márcio fala que a aclimatação em relação a altitude aconteceu antes de Machu Picchu e em um ponto mais alto, então não teve problemas em relação a isso:

Desembarcamos em Cusco que tem uma altitude um pouco maior que Machu Picchu. Cusco tem 3399m(Machu Picchu está a 2400 metros de altura), onde ficamos por dois dias para aclimatação e após seguimos para a região de Puno(Lago Titicaca) que tem 3827m. Durante o percurso alcançamos uma altitude de 4300 metros, nos limites entre as regiões de Cusco e Puno. Com isso fomos nos aclimatando aos poucos e quando chegamos na região de Machu Picchu, ja estávamos bem aclimatados com a altitude e não tivemos nenhum problema com ela.

 

Para auxiliar na aclimatação é necessário se adaptar ao clima local, temperatura e afins, para isso, Márcio, que é montanhista de longa data, já está ciente e conta como montou a sua checklit:

Como em toda viagem para regiões montanhosas e frias, o ideal é sempre estudar bem o clima e temperaturas da época em que se vai visitar. No Peru por sua vez no final do mês de maio iríamos precisar de muitas roupas de inverno.

Com isso nos preparamos com uma boa segunda pele, agasalhos 3 em 1, calças windstopper, luvas, gorros e meias térmicas. Isso para nos garantir um mínimo de conforto durante nossas idas e vindas pelo país.

 

Falando agora em logística de viagem, Márcio contou com o exímio planejamento da esposa Cecília para não perder tempo:

Toda logística foi feita por minha esposa Cecília. Como iríamos visitar diversas regiões do país antes de irmos para Machu Picchu, foi preciso pensar em cada detalhe para que não perdêssemos tempo em deslocamento de uma região para outra, e que também não sentíssemos tanto a altitude.

Logística essa muito bem elaborada por ela, e quando chegou a vez de irmos para Machu Picchu não foi diferente, tudo se encaixou perfeitamente no tempo de cada atividade. Juntos decidimos passar uma noite na cidade de Ollantaytambo, que é a única cidade da era Inca no Peru ainda habitada.

Em seus palácios vivem os descendentes das casas nobres cusquenhas. E de lá se pega o Trem para Machu Picchu Pueblo ou Machupicchu, também conhecido como Aguas Calientes. É uma cidade no Peru às margens do rio Urubamba, cujo nome em quéchua é Machu Pikchu. De lá se pega os ônibus para o sítio arqueológico de Machu Picchu, onde se fazem as visitas nas antigas ruínas deixadas pelos povos Incas. Realmente um passeio incrível.

 

Para aqueles que pretendem ir ao país cusquenho, a dica do Márcio é não se limitar à Machu Picchu:

A dica para quem vai visitar Machu Picchu é que se programem para ir conhecer como nós, os diversos parques arqueológicos Incas e deixar Machu Picchu por último para que então possam conhecer ao máximo as diversas formas de vida, trabalho e cultura dos povos Incas.

Outra dica é que façam o esquema de levar uma mochila grande com tudo o que vai precisar no Peru, sempre deixando-a no hotel em Cusco, para onde sempre retornamos de nossas viagens por lá. De lá sempre seguíamos as viagens com mochilas pequenas de 26 a 30 litros em média, pois a maioria dos passeios são de 1 a 2 dias e não justifica ficar carregando grandes mochilas por todo canto. Os hotéis estão acostumados a guardar essas mochilas durante o tempo que você vai estar fora de Cusco.

 

E para finalizar, Márcio contou para a gente o que ele achou da viagem:

Sensacional, com certeza um dos lugares mais incríveis que conhecemos. As cores, energia e sorrisos são o que de fato definem o Peru que luta para manter viva a cultura milenar dos Incas. A perseverança do seu povo encontra-se em cada detalhe do artesanato colorido, na música típica andina, nos costumes culturais e na diversidade gastronômica daquele país.

As paisagens deslumbrantes que mais parecem ter saído de quadros pintados por renomados artistas deixam os turistas extasiados com tamanha beleza como no Lago Titicaca, onde os azuis do céu e do lago se confundem no horizonte. Os picos que parecem ser pintados de branco ao fundo das belíssimas montanhas.

A intensidade do verde das Florestas, os rios caudalosos cheios de corredeiras que vemos percorrer todo Peru são de tirar o fôlego de quem ama e admira a natureza.

 

Quem aí já foi ao país está convidado a deixar dicas nos comentários para ajudar aqueles que querem realizar esse sonho!

Poço do Soberbo – O lugar mais bonito da Serra do Cipó

A Serra do Cipó é um pólo turístico muito forte em Minas Gerais, atraindo turistas do mundo inteiro para a região. Além de ser cortado pela Estrada Real a Serra possui belezas naturais incríveis e hoje vamos falar do Poço do Soberbo, que está localizado no distrito de Lapinha da Serra.

Mas antes vamos contextualizar a Serra do Cipó, para vocês ficarem por dentro da região!

 

Serra do Cipó

A Serra do Cipó, localizada em Minas Gerais, é uma formação geológica que engloba diversos municípios e faz parte da província geológica da Serra do Espinhaço.

Sua principal característica são as formações de rochas arenosas que são consequências de depósitos marinhos que superam a marca de 1,7 bilhão de anos.

Para a fauna e flora brasileira, a Serra do Cipó é extremamente importante, já que é o divisor natural das águas da bacia hidrográfica, com isso possui um ecossistema muito diverso.

O lugar é marcado pela presença de uma rica história, pois possui diversos campos rupestres(ecossistemas localizados a mais de 900 de altitude) e sítios arqueológicos. Para preservar a região, foi criado o Parque Nacional da Serra do Cipó.

 

Porém, o texto de hoje não é sobre a Serra do Cipó no geral e sim sobre o Poço do Soberbo, o maior de toda a região.



 

Poço do Soberbo

O Poço possui 18 metros de profundidade e para chegar até o local você passa por belas paisagens, cachoeira e quedas d’água.

É considerado um dos lugares mais belos para se tirar foto, confira imagens feitas pelo nosso parceiro Frederico Castro:

 

Para chegar até o local é necessário muito preparo, já que a caminhada é exigente. A recomendação é começar a trilha bem cedo e de carro, pelo menos a primeira parte. Para começar a trilha recomendamos o caminho que liga a Cachoeira do Bicame, onde você vai conseguir ir de carro e deixa-lo em segurança, já que o mesmo tem estacionamento.

Outra dica para a trilha até o Poço do Soberbo é ir acompanhado com um guia, pois o caminho é labiríntico, com isso você pode facilmente se perder.

O lugar é repleto de história, e como estamos em Minas Gerais, todas elas estão ligadas a mineração. Nesse caso, o minério é o diamante que foi explorado por pouco tempo já que os garimpeiros ficaram na região por pouco tempo.

Há diversos relatos do que levou os garimpeiros a saírem correndo, porém nenhuma história é oficial. No entanto os fatos estão lá com máquinas, motores e instalações que ficaram para trás e agora servem como ponto turístico.

 

IMPORTANTE!

  • Para conhecer o Poço do Soberbo, é necessária uma autorização de entrada que deverá ser adquirida no receptivo turístico no povoado de Lapinha da Serra, pois a área tem acesso controlado de pessoas e exige a adoção de práticas de preservação ambiental para a proteção da natureza e do atrativo turístico. Lá, será necessário assinar um termo de responsabilidade de risco de visitação, visto que o local fica em uma propriedade privada e a trilha é de difícil acesso e em local remoto.
  • Por isso, reforçamos também que o passeio não deve ser realizado sem um guia que conheça a região. Na Lapinha da Serra há uma associação de guias turísticos, para facilitar a visitação dos diversos atrativos naturais e culturais da região.
  • As taxas cobradas variam para quem irá fazer a caminhada e retornar e para quem pretende pernoitar. Confira os valores no receptivo turístico da Lapinha da Serra.

LAVRAS NOVAS: A CIDADE PARA VISITAR SEMPRE!

 

O distrito de Lavras Novas, localizado a 120 Km de Belo Horizonte e 17 Km de Ouro Preto, é um lugar ideal para descansar durante os finais de semana e feriados prolongados. O distrito tem uma pegada histórica, semelhante aos demais municípios do interior mineiro.

Com 1500 habitantes, a origem do distrito divide em duas histórias. Algumas pessoas acreditam que a cidade começou de um quilombo de escravos que fugiram de Ouro Preto, porém outras acreditam que o lugar possuía uma reserva aurífera imensa, com isso a concentração de escravos era grande.

Com o passar do tempo, o ouro foi acabando e os escravos foram abandonados pelos seus chefes, criando o distrito de Lavras Novas.

Independente da história, Lavras Novas é um lugar que há uma grande circulação de turistas, principalmente vindo da capital da terra do pão de queijo. Há turistas de primeira viagem, porém há muitos que estão visitando o lugar terceira vez, como é o caso da Rafaela Vidotti e seu namorado Saulo Henrique.

 

Leia também:

Off Road: O que fazer em Lavras Novas – MG

Ela e o namorado já foram três vezes para a cidade e contou que viveu experiências diferentes nas vezes que visitou Lavras Novas:

Primeira ida a Lavras Novas – Andamos de quadriciclo nos passeios principais, restaurantes mais caros. Lindo, mas cômodo.

 

Na segunda vez, conhecemos mais a comida local, passeio um pouco mais diferente indo a Santo Antonio do Salto.

 

Agora a terceira vez, resolvemos ir a pé, para curtir melhor a paisagem e ficamos muito surpresos com o que encontramos, comida mantivemos as locais e passamos no supermercado antes de ir. Bom e econômico.

 Rafaela descreveu a rotina nos dias em que ficou em Lavras Novas, dando dicas de como aproveitar melhor os passeios:

Primeiro dia: Cachoeira do Pocinho, pouco conhecida, pois só é possível ir a pé, mas existem placas que indicam uma das trilhas até ela.

 

Recomendamos ir pela trilha do final da rua da fonte(pausa importante para encher a garrafa de água natural de graça), a trilha é pela mata um pouco mais fechada(o que torna o caminho fresco em dias quentes), quase lá chega em um campo aberto, o tempo total é de 40 minutos, ida e volta.

 

A cachoeira tem vários pocinhos com diferentes quedas de água, alguns mais fundos sendo ideal para um mergulho e refrescar da caminhada.

 

No segundo dia de passeio, a curiosidade da Rafaela fez com que surpresas aparecessem no caminho:

No segundo dia: Essa foi uma grande surpresa, seguimos a trilha que indica o mirante(no final da cidade), fomos até ele, porém na volta, resolvemos dar mais atenção após uma ponte que passamos na ida.

 

 

Passando por essa pequena ponte(fique atento), sentido o curso da água observe uma trilha a esquerda. Nela você consegue chegar a primeira queda dessa água que passa debaixo da ponte, se quiser ficar ainda mais surpreso, uma trilha seguindo a queda d’água você se depara com uma paisagem, que com toda certeza, ganha das cachoeiras (três pingos e namorados).

Vocês que já foram para Lavras Novas, qual a sua opinião sobre o distrito? Vale a pena visitar várias vezes?

 

Dica de vestuário para uma Eurotrip com direito a vento, sol e neve

O que dizer da Europa? O velho continente é destino muito desejado por alguns viajantes, o continente reserva muita história e muitos monumentos cobiçados como Torre Eiffel, Coliseu, London Eye e muitos outros.

Além disso, as paisagens da Europa são espetaculares e são constantemente utilizadas em filmes e séries e foi esse o roteiro escolhido pela Rafaela Vidotti.

Ela visitou dois países e 15 cidades, confira a lista:

  • Espanha – Madri, Badajos e Salamanca
  • Portugal – Evora, Lisboa, Belém, Sintra, Porto, Vila Nova de Gaia, Coimbra, Guarda, Almeida, Castelo Mendes, Covilhã e Belmonte.

Rafaela se planejou muito para essa viagem, tanto em questão de roteiro, quanto em questão das vestimentas. Nessa época, a Europa possui um clima mais frio e em alguns lugares chega até nevar! Para não ser pega desprevenida, ela usou segunda pele e um gorro fleece 3 em 1, dois itens essenciais para sobreviver ao frio europeu. Além desses, usar um anoraque impermeável ou um agasalho reforçado, também faz toda a diferença.

E adivinha o que aconteceu? Ela pegou neve e estava preparada. Vejam o que ela contou pra gente:

“Aah a Neve!!

Encontrar a neve não estava bem nos planos, embora já tínhamos programado visitar e hospedar na serra da estrela. Para nossa sorte, tinha nevado de forma considerável no final de semana anterior, e o que esperávamos ser um montinho, tinha tomado toda a paisagem da serra. De longe parece algodão de perto o aspecto gelo, quando andamos pela parte fofa, lembramos da areia.

 Eu não sabia o que queria fazer primeiro, se era o anjo, o boneco, guerra de bola de neve, um boneco ou escorregar. Claro que comecei com o anjo, e foi quando percebi que o gelo nada mais é que água, ou seja MOLHA, mais ainda descendo de Skybunda (já que para parar é se jogando MESMOO!) e lembrando que tudo que desce sobe (aí que vem o suor e cansaço).”

 Viajar não é apenas pegar um avião e ir para outra cidade e/ou país, é necessário o planejamento para não ser pego de surpresa. Faça como a Rafaela, se programe e se divirta em qualquer situação!

O roteiro citado contou com algumas cidades conhecidas como Porto, Lisboa e Madri, porém contou com diversas cidades consideradas interioranas, mas que são fantásticas!

Curtiram? Então aguardem novidades, pois em breve teremos os detalhes dessa viagem incrível da Rafa com o seu namorado!

Conheça destinos brasileiros que cobram taxas de turistas

Desbravar o mundo e suas belezas naturais é tudo de bom, porém tudo tem um preço. Algumas viagens são caras, mas nada que um bom planejamento não possa dar um jeito.

Planejamento principalmente financeiro, pois quando se trata de dinheiro temos que analisar cada detalhe.

Porém, há lugares que cobram algumas taxas a mais e acabam pegando alguns turistas desprevenidos. Essas taxas são conhecidas popularmente como ”Taxas de Turistas”.

 

Taxas de Turistas

É um valor cobrado para manter a estrutura e a manutenção de um local como por exemplo uma praia.

Os valores variam e não há um padrão, tudo vai depender do que os organizadores do local querem fazer e quanto gastam para realizar tal manutenção.

Geralmente é cobrado por dia que o turista vai ficar em tal lugar. Essas taxas estão dentro do Código Tributário Nacional, que autoriza municípios a cobrarem dos turistas taxas para terem algum retorno e conseguirem oferecer a melhor estrutura para os visitantes.

Um exemplo de lugar que tem essa taxa é o arquipélago Fernando de Noronha, que cobra uma taxa de R$68,74 diário por pessoa.

 

Com o objetivo de evitar transtornos financeiros com os viajantes brasileiros, vamos listar alguns destinos, além de Fernando de Noronha já citado, que cobram essa taxa de turista.

 

Jericoacoara – Ceará

A famosa praia cerense atrai olhares de turista do Brasil inteiro, porém além das passagens e estadia, será cobrado a taxa de turista.

Diferente de Fernando de Noronha, que possui uma taxa de quase 70 reais diários, Jericoacoara  possui uma taxa de 5 reais diários por pessoa.

Porém existem alguns casos que ficam isentos de pagar esse valor como por exemplo adultos com mais de 60 anos, crianças de até 12 anos e trabalhadores e moradores da cidade.

 

Ilhabela – São Paulo

No caso de Ilhabela, os valores são diversos pois há variações do tipo de veículo usados para entrar e sair do local e os preços para veículos que vão de balsa também são diferentes, por isso, para melhor entendimento dos valores, que variam de R$3 a R$1000, clique aqui.

 

Parques Nacionais

Os Parques Nacionais espalhados pelo Brasil e que são administrados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, possuem uma taxa para aqueles que querem entrar em áreas como trilha, travessias ou de difícil acesso.

Os valores possuem diversas variações que vão desde se o vistante é estrangeiro ou brasileiro, idade do turista e se o mesmo está estudando, então para obter informações mais exatas, recomendamos que entrem em contato com a administração do Parque Nacional que você vai visitar e peça os valores.

 

Ubatuba – São Paulo

Ubatuba entra no mesmo caso que Ilhabela, com isso os visitantes que querem entrar na cidade com veículos, precisam pagar um pedágio ambiental, que varia de R$3 a R$70 de acordo com o tamanho do veículo.

Segundo a prefeitura de Ubatuba, o valor começou a ser cobrado graças a degradação e o impacto negativo que a cidade sofre graças a circulação de veículos. Lembrando que 90% da cidade está localizada dentro do Parque Estadual da Serra do Mar, que é considerada uma área de preservação ambiental.

 

Lembrando que o intuito do post não é passar os valores(pois nem todos estão disponíveis) e sim mostrar que existem taxas a serem pagas que vão além da hospedagem e passagens de avião/ônibus. Para saber exatamente o que será cobrado durante a sua viagem, recomendamos entrar em contato com a prefeitura e/ou administração do local que você pretende visitar.

Vocês já tiveram problemas com essas taxas? Sabiam da existência delas? Conta para gente se já tiveram alguma experiência, tanto negativa quanto positiva relacionada com o tema.