O QUE FAZER EM CAMPOS DO JORDÃO COM CHUVA? VEJA 5 DICAS!

Contamos tudo que fizemos em nosso primeira viagem à Campos do Jordão. Confesso que foi dessas viagens que acontecem exatamente como planejamos: Estava com o tempo firme e ensolarado porém com queda na temperatura ao anoitecer.

Foi perfeito fazer todos os passeios à céu aberto que havíamos planejado, como ir ao Teleférico e conhecer o Pico do Itapeva. Ao anoitecer o frio dava um clima especial para um foundue e também para curtir a pousada que era uma delícia.

Mas, como nem tudo são flores sempre, dessa vez não teve nada disso. Voltamos à Campos do Jordão à trabalha. Fizemos o Resgate em Áreas Remotas da primeiro evento Rock Mountain Games! O evento ocorreu no sábado e domingo com provas de mountain bike, ciclismo em estrada, trail run e muito mais.



Até sexta-feira o tempo estava firme. Mas, justamente no final de semana a chuva tomou conta da pequena cidade de São Paulo. Foram dois dias quase completamente embaixo d’água, com temperaturas que chegaram a 4° graus e muita neblina.

Em nosso caso, o trabalho seguiu (quase) normalmente. Faça chuva ou faça sol a equipe Nerea está sempre pronta para atuar. Mas, vendo o teleférico parado e muitas vezes nem conseguindo vê-lo devido as névoas, fiquei me perguntando: Afinal, o que fazer em Campos do Jordão quando chove?

Infelizmente, a maioria das atrações não funcionam com esse clima. Mas pensando um pouco no assunto e pesquisando mais um pouco, descobrimos que é possível sim aproveitar Campos do Jordão mesmo com frio, neblina e chuva. Vamos dar algumas dicas do que encontramos.

Leia também:
Campos do Jordão: O que fazer, onde comer e onde se hospedar

1 – Restaurantes em Capivari

Foto: Junho de 2019 – Sombrinhas temporárias

Esse tópico não tem erro. Mesmo com chuva os restaurantes funcionam e são ótimas opções se proteger da chuva e aproveitar um pouquinho do clima europeu.

Ainda na Vila existem galerias e shopping que podem ser visitados. Quando fomos, aproveitamos para comprar alguns chocolates e licores na loja Chocolate cacau de Campos. São deliciosos e valem muito a pena. E claro, aproveite para tomar um chocolate quente que não irá se arrepender.

 

2 – Chocolate Araucária

Ainda pensando em gordices, outra opção para passar o tempo de um jeito literalmente delicioso é fazendo um tour na fábrica de Chocolate Araucária. Dá para aprender um pouco sobre o processo de como é feito os chocolates e ver parte da produção! Não tivemos a oportunidade de ir até o local, mas confesso que só de ver as fotos nos deu água na boca.

 

3 – Palácio da Boa Vista

Esse palácio pertence ao Governo do Estado de São Paulo e vale a visita em dias de sol e de chuva. Lá você verá de perto milhares de peças históricas e conhecerá um pouquinho do recanto de descanso do governador.

Para não perder o custo, vamos voltar às comidas! Rs. No palácio tem uma cafeteria que é muito visitada em dias de céu azul por ter uma vista belíssima, mas nada impede que aproveitar a visita para fazer uma boquinha em um lugar gostoso.

 

4 – Tour Baden Baden

Está com a viagem programada para Campos do Jordão e o aplicativo só mostra dias de chuva e nublados? Já faz logo a reserva para o tour da cervejaria Baden Baden que é bem concorrido. Para quem curte uma cerveja de qualidade, no tour irá aprender mais sobre a marca e a diferença dos seus sabores. Ainda poderá degustar três tipos de cerveja para fechar com chave de ouro.

 

5 – Museu da Xilogravura

Por fim, uma visita bem cultural. Para quem, assim como nós, está na dúvida do que é xilogravura vamos colar aqui o que o Google diz à respeito: “Xilogravura ou xilografia é a técnica de gravura na qual se utiliza madeira como matriz e possibilita a reprodução da imagem gravada sobre o papel ou outro suporte adequado. É um processo muito parecido com um carimbo”

No museu existem várias obras que utilizam dessa técnica. Pelas fotos, parece ser bem legal.

 

6 – Dica Extra

Foto: Hotel Castelo Nacional – Hospedagem em junho de 2019

Não deixe que o clima estrague a sua viagem! Curta tudo o que puder, conheça lugares que nem pensaria caso o dia fosse de sol.

As próprias pousadas e hotéis costumam ser uma atração à parte, então relaxe e aproveite!

CAMPOS DO JORDÃO: O QUE FAZER, ONDE COMER E ONDE HOSPEDAR

Falamos recentemente da nossa viagem para Monte Verde, conhecida também por Suíça Mineira. Agora vamos contar um pouco da nossa experiência na cidade que é conhecida também por Suíça, mas essa é a brasileira: Campos do Jordão, São Paulo.



Realmente Campos do Jordão merece esse apelido carinhoso. Ao chegar na cidade o portal de entrada já te dá uma ideia da arquitetura típica do local, semelhante a europeia. Muitas pousadas e hotéis seguiram essa mesma ideia de glamour e aconchego, mas é na Vila Capivari que você verá isso ainda mais forte.

 

Vila Capivari – Onde Comer em Campos do Jordão?


FOTO: Vila Capivari – Sombrinhas expostas em ação da Cielo entre junho e julho de 2019

As ruas mais famosas de Campos do Jordão! É na Vila Capivari que encontram-se os principais restaurantes e também alguns shoppings. Com variadas opções gastronômicas, um passeio por lá é um constante convite à um jantar ou lanche.

Alguns restaurantes mais famosos, como o da Baden Baden, costumam fazer fila mesmo em dias de semana. Por isso, a nossa dica é chegar cedo nesses casos. Para quem está procurando um lanche, o Pastelão do Maluf é o mais indicado! Dividimos um pastel que além de grande é muito bem recheado e ficamos bem satisfeitos.

Mas nem só de boa alimentação se vive Campos do Jordão. O frio na barriga ao fazer o passeio de teleférico e a vista do Mirante de Itapeva de tirar o fôlego também são sensações que valem à pena!

 

Teleférico de Campos do Jordão

Localizado também em Capivari, esse é um passeio que vale muito à pena. Fomos em junho de 2019 e pagamos R$ 17,00 por pessoa a ida e volta.

O teleférico te leva até o Morro do Elefante, de onde é possível ter uma bela vista de parte da cidade. Também no local há o Parque dos Elefantes. A entrada é gratuita, desde que você tire uma foto ao entrar que eles transformarão em um chaveiro e tentarão te vender ao final.

Além de divertido, esse passeio também é histórico, pois esse foi o primeiro teleférico construído no Brasil. Foi inaugurado em 1970 e possui 560 metros de percurso que são feitos em aproximadamente 5 minutos.

Spoiler: Moradores da região disseram que o teleférico será reformado, ganhando mais segurança e também ares mais atuais. Então, para quem gosta da ideia de utilizar o primeiro teleférico do país, marque logo sua viagem à Campos!

Mas calma! Se você tem medo de altura ou não curtiu muito a ideia, é possível ir até o Morro do elefante de carro e aproveitar a vista de forma mais tranquila.

 

Mirante Pico do Itapeva

Se você gosta de perder a noção da hora olhando as maravilhas da natureza, esse passeio é imperdível! Com uma das vistas mais bonitas da Serra da Mantiqueira, o Pico possui 2.030 metros de altitude.

De lá é possível avistar 15 cidades em dias mais abertos, como esse de quando fomos. Até a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, que foi nosso destino seguinte e ainda contaremos aqui, conseguimos ver!

O Pico do Itapeva fica na verdade em Pindamonhangaba, cidade vizinha a Campos do Jordão. Mas a distância é pequena e a estrada está muito boa!

Optamos por não acessar ao parque, que estava sendo cobrado o valor de R$ 20,00 por carro mais R$ 10,00 por pessoa. Continuamos subindo a estrada e, assim como muitos outros carros, paramos no acostamento alguns minutos para contemplar.

 

Bosque do Silêncio

O Bosque do Silêncio é um local muito procurado por quem curte uma aventura. Lá estão localizadas várias tirolesas, arvorismo e paintball. Dessa vez não estávamos em busca de adrenalina, mas fomos até o bosque para conhecer.

Ficamos pouco tempo, antes de irmos ao Pico do Itapeva. Valeu a passagem!

 

Bondinho

O bondinho e as estações são uma atração por si só. Mesmo para quem não tem o interesse de fazer o passeio, vê-lo circular na avenida principal traz uma nostalgia e um charme a mais para a cidade.

A Estrada de Ferro Campos do Jordão disponibiliza dois passeios de bondinho. Um deles com o percurso maior, indo até o portal de entrada da cidade e o segundo com a metade do tempo, aproximadamente 30 minutos.

Porém, essa segunda opção é apenas aos finais de semana. Fizemos o passeio de uma hora que foi bem gostoso, mas acreditamos que o de 30 minutos seja suficiente para experimentar algo que foge da nossa rotina nos dias de hoje.

 

Onde se Hospedar em Campos do Jordão?

São muitas as opções. Várias delas ficam bem próximas a Vila Capivari, sendo possível ir a pé até as principais atrações.

Nós optamos por um hotel mais distante, mas que valeu muito à pena! Nos hospedamos no Hotel Castelo Nacional Inn, localizado bem próximo ao Palácio Boa Vista.

Com ótima estrutura e opções de lazer como piscinas internas aquecidas, saunas e cinema, tiramos um tempo para curtir o hotel e relaxar.

 



Como chegar em Campos do Jordão

Campos do Jordão vale a Visita mas é uma viagem longa para quem mora na capital mineira. De Belo Horizonte até a cidade são aproximadamente 500 km.

TRILHA DA PEDRA REDONDA EM MONTE VERDE

Ah, Monte Verde realmente nos encantou. Temos certeza que quem está nos acompanhando também já ficou com vontade de ir até lá, não é mesmo? Então vamos aumentar essa vontade!

Leia também:
Tudo Sobre Monte Verde: Hospedagem, Passeios e Restaurantes 
Passeio de UTV em Monte Verde: Adrenalina e Emoção 

Hoje vamos falar de mais uma aventura que fizemos por lá: A subida até a Pedra Redonda. Com uma trilha de menos de 1 km considerada de nível médio, esse é o pico mais turístico de Monte Verde.

Tiramos uma manhã inteira para curtir o trajeto e a chegada, mas com uma média de 1 hora e 30 minutos é possível ir e voltar do pico da Pedra Redonda. Se você também adora contemplar a beleza da natureza deixamos já uma dica: Vá com mais tempo para curtir essa experiência!



Com aproximadamente 600 metros de trilha há um mirante lindo para descansar, tirar fotos e já sentir o gostinho da maravilha que o fim trilha reserva. Com estrutura de madeira e esse panorama incrível, ficamos por ali alguns minutos antes de seguirmos para os últimos e mais íngremes metros da caminhada.

Para facilitar o acesso, escadas também de madeira com corrimão foram construídas nos trechos mais difíceis. A euforia e curiosidade para chegar até o pico da Pedra Redonda torna a subida uma parte igualmente deliciosa do passeio. Mas fica o alerta:

Ainda que possua tais estruturas, seja curta e bem sinalizada, é necessário estar preparado para realizar essa trilha. Deixamos aqui embaixo algumas sugestões para você se organizar para ter um dia incrível.

 

 

O que Levar para o Pico da Pedra Redonda:

  • Use sapatos adequados, como tênis e botas de trekking. Apesar de ser uma trilha de nível fácil, como falamos, há trechos extremamente íngremes. Além disso, galhos de árvores, poças de água e outros imprevistos podem atrapalhar caso esteja com outro calçado. Além disso, ao chegar no pico, a pedra tem inclinações e pode estar escorregadia.
     
  • Vá com roupas confortáveis e que possam sujar eventualmente. Por menor que seja, a trilha é de terra. Poeira e/ou lama podem fazer parte da sua aventura! Outro ponto é que ao chegar ao pico é natural sentar nas pedras para tirar fotos e descansar. 
  • Também pensando em vestuário, não esqueça um agasalho. Fomos em um dia ensolarado com a temperatura agradável, mas confesso que ao chegar no topo, o vento mais frio foi um fator que nos fez retornar mais rápido. (E ainda assim valeu MUITO à pena)
      
  •  Leve uma garrafinha de água e mantenha-se hidratado. Apesar de serem poucas horas de passeio, o cansaço tende a nos deixar com mais sede. Não é um item essencial, mas pode te dar mais conforto. 
  •  Use filtro solar mesmo em dias mais nublados. Lembre-se também que em dias de sol, não há sombra no pico da pedra. O sol somado ao vento mais frio, típico da região e também da altitude, pode incomodar e deixar marcas. Por isso proteja-se, inclusive com protetor labial. 
  •  Caso não esteja acostumado com trilhas, contrate um guia para acompanhar. Existem várias operadores em Monte Verde, indicamos a agência Nossa Viagem, que faz esse passeio também ao final do dia para acompanhar um pôr-do-sol inesquecível.


Sobre o Topo da Pedra Redonda

O Pico da Pedra Redonda, um dos picos de Monte Verde, possui altitude de 1990 metros. O local é amplo, comporta dezenas de pessoas ao mesmo tempo. Fomos em um dia que estava bem movimentado, mas foi fácil conseguir um lugarzinho para admirar a vista privilegiada.

Do alto da Pedra é possível observar a Serra da Mantiqueira, o Vale do Paraíba e a Vila de Monte Verde. Até mesmo Campos do Jordão é possível de ser visto ao fundo, em dias mais claro e limpos.

No local não há limitadores de áreas que não podem ser acessadas, por isso tenha muito cuidado. Chegar mais próximo das bordas e tirar fotos diferentes pode ser tentador, mas certifique-se de que é seguro!

 

Como chegar Até a Trilha da Pedra Redonda

A estrada de acesso à entrada da trilha é quase integralmente de terra. A entrada para a trilha fica a pouco mais de 3 km do centro de Monte verde e algumas partes dela não sofrem manutenção frequente. Por isso, o indicado é que faça o percurso com um 4x4.

Utilizamos GPS, aplicativo Waze, para chegar até o Portal de entrada para a trilha. Houveram alguns pequenos erros por parte do aplicativo, que sugeriu rotas em que não era possível o acesso mesmo estando de jipe.

Acabamos gastando um pouco mais de tempo na estrada, mas nada que atrapalhasse nosso passeio. Para evitar tais contratempos, nossa sugestão é seguir pela estrada principal e, se possível, perguntar para pessoas locais.

5 Cânions para se visitar no Brasil

Quando pensamos em cânion, associamos quase sempre ao americano Grand Canyon e ficamos sem reação com as belezas naturais presentes no lugar. Porém, você sabia que existem diversos cânions no Brasil?

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É verdade, e para provar vamos listar 5 deles que vão te deixar surpresos!

 

5 – Cânion de Fortaleza

Com 900 metros de profundidade e 7,5 Km de extensão, esse cânion surpreende todos que vão visitar o Parque Nacional da Serra Geral.

Não se engane pelo nome, esse Cânion está localizado no sul do país, no Estado do Rio Grande do Sul.

Para conseguir ter acesso a vista panorâmica do cânion, há a necessidade de subir uma trilha de 3 Km(ida e volta), mas não subestime a trilha, pois ela vai exigir bastante do seu físico e leva mais ou menos 2 horas para ser concluída.

 

4 – Cânion Itaimbézinho

Localizado no Parque Nacional dos Aparados da Serra, este imponente cânion chama atenção de qualquer turista que visite o parque.

Seus paredões possuem 720 metros de profundidade e 5,8 Km de extensão. Antigamente, a região era habitada por índios guaranis.

Para acessar o lugar, existem três caminhos:

  • Trilha do Cotovelo: Que vai demandar do turista uma caminhada de 2 horas e meia para consegui superar 6,3 Km de extensão(ida e volta).
  • Trilha do Vértice: Essa é bem mais rápida, com apenas 1,4 Km de extensão(ida e volta) com um tempo estimado de 45 minutos de caminhada.
  • Trilha do Rio do Boi: Para acessá-la, você vai precisar passar pela Praia Grande e o percurso é o maior de todos, totalizando 14 Km(ida e volta), demandando em média 6 horas.

 

3 – Cânion do Peixe Tolo

Do sul do Brasil, vamos para o Sudeste, na terra de Minas Gerais, mais precisamente em Conceição do Mato Dentro.

O Cânion está localizado no Parque Estadual da Serra do Intendente e possui uma profundidade de mais ou menos 200 metros.

 

2 – Cânion do Xingó

Continuamos subindo ainda mais o Brasil! Desta vez vamos para Sergipe, no Rio São Francisco. Localizado a 200 Km de Aracaju, o passeio, que começam em Canindé, vai até o Cânion do Xingó, que é marcado pelas águas cristalinas e esverdeadas.

O diferencial aqui vai ser a possibilidade de poder nadar na região e não gastar energia, afinal você vai estar de barco.

Porém, toda essa mordomia há um preço, para realizar este passeio é cobrado uma taxa de 100 reais(por pessoa) podendo ser crescida em mais de 10 reais, caso os turistas desejem realizar o passeio na Gruta do Talhado(essa taxa é cobrada só para os que vão até gruta).

 

1 – Cânion das Bandeirinhas

Com 80 metros de altura e 4 Km de extensão, o Cânion é localizado no Parque Nacional da Serra do Cipó, em Minas Gerais.

Para ter acesso a esse Cânion, você vai precisar caminhar durante 12 Km(só ida), porém a trilha possui uma dificuldade moderada, não exigindo tanto do corpo, porém é bom ir preparado para caminhar, afinal de conta você vai precisar voltar, então pode colocar pelo menos 24 Km andados.

Há a possibilidade de fazer a trilha com bicicleta e com Jipes, porém o 4×4 precisa estar autorizado.

 

Viram como não há a necessidade de ir tão longe para ver um cânion extraordinário? Lembrando que cada passeio possui um preço e restrições diferentes, que sofrem com constantes alterações, por isso não vamos citá-las.

A nossas recomendações é que você entre em contato com quem administra o Cânion para obter essas informações com extrema precisão.

TUDO SOBRE MONTE VERDE: HOSPEDAGEM, PASSEIOS E RESTAURANTES

Dia dos namorados acabou de passar e nós aproveitamos da melhor maneira possível: Viajando! Tiramos uma semaninha de férias e fomos conhecer mais um pouquinho de Minas Gerais. O destino não poderia ser mais romântico: Monte Verde, conhecida como a Suíça Mineira.

Por que escolhemos Monte Verde? Motivos não faltaram! Esse destino era inédito para nós dois, e conhecido como um dos mais românticos do nosso estado. Além disso, descobrimos que teríamos opções de atividades de aventura. Perfeito para sairmos da zona de conforto em uma segunda lua-de-mel!



Além de ser conhecido pelo romantismo e estilo europeu, o distrito de Camanducaia também nos ganhou pelo clima. Viajamos no final do outono, o que garantiu um friozinho gostoso, mas sem tanto rigor quanto no inverno. Ao longo do dia os termômetros se aproximavam de 20°C e ao cair da noite, chegamos a pegar 6°C.

Para combinar com esse tempinho, nada melhor que uma lareira, um vinhozinho, fondue e chocolate quente. E tivemos tudo isso durante os dias que passamos por lá, dá uma olhada nessas dicas incríveis:

 

Onde se Hospedar em Monte Verde?

 

Opções não faltam por lá, para todos os gostos e bolsos. Segundo o site oficial de Monte Verde, são mais de 200 opções de hospedagem somando mais de 4000 leitos. Optamos a Pousada Cantinho das Estrelas e não poderíamos ter escolhido melhor!

Um pouco mais afastada da rua principal – onde ficam os principais restaurantes e lojas – a Pousada é cercada por verde, tem uma vista linda e o chalé é super aconchegante. Mas o maior diferencial com certeza é o atendimento, que nos faz se sentir em casa e ao mesmo tempo como Estrelas Famosas.


O café da manhã é uma delícia e a Pousada oferece ainda um chá da tarde, para aquecer o corpo e o coração!

Fomos embora já querendo voltar. Esperamos que seja em breve!

 

Onde Comer em Monte Verde?

Já saímos de Belo Horizonte, que fica a 485 km, pensando em experimentar um fondue. Descobrimos que matar essa vontade não seria difícil, pois quase todos os restaurantes possuem essa opção no cardápio.

Você pode escolher algum local que você coma o fondue de sua escolha, pode também escolher pela sequência de fondue (carne, queijo e chocolate) ou ainda optar pelo rodízio e comer à vontade. Ficamos com essa última opção.

Escolhemos o restaurante Garagem Vemaguet, que possui decoração automobilística, porém aconchegante. No dia que fomos, havia música ao vivo de excelente qualidade, mais voltada para o MPB.

Os pratos estavam do nosso agrado, mas o que realmente nos ganhou foi o fondue de chocolate com frutas da época (banana, maçã, uva e morango). Dá água na boca só de lembrar!

Já durante o dia, o chocolate quente era o nosso grande amigo! Provamos o do Montanhês, que é realmente uma delícia e também da Gressoney, fábrica mais antiga de Monte Verde. Esse segundo foi o nosso campeão! Aproveitamos a visita e levamos também alguns chocolates para saborearmos em casa com aquele gostinho de nostalgia.

 

Passeios em Monte Verde

Aproveitar a pousada e a gastronomia de Monte Verde já seria um passeio incrível. Mas ficou ainda melhor!

Fizemos um passeio de UTV em um circuito fechado com a Nossa Viagem que foi surpreendente! Tanto que faremos uma postagem separada para contar detalhadamente essa aventura.

Outra aventura foi uma caminhada que superou as nossas expectativas: subida até à Pedra Redonda. Também faremos um post apenas para contar todas as nossas impressões de lá.

Por fim, fomos até ao Mirante do Aeroporto, de onde é possível avistar a Pedra que subimos e outros picos da região. O aeroporto de Monte Verde é o mais alto do Brasil, com 1.560 metros de altitude. Para quem gosta de fotos, esse muro abaixo fica logo no acesso do aeroporto e vale o click.

Ficamos apenas dois dias por lá, por isso selecionamos esses lugares para conhecer. Mas para quem pretende ficar mais dias, existem outros atrativos:

– Pedra Partida
– Pico do Selado
– Chapéu do Bispo
– Passeios de quadriciclo
– Passeios 4x4 de Land Rover (Assim como para o UTV, indicamos aqui o Nossa Viagem. De confiança e qualidade!)

 

Como Chegar em Monte Verde

Para os mineiros, assim como nós, quer se apaixonar por esse paraíso próximo à Serra da Mantiqueira, deixamos aqui o mapa saindo de BH até Monte Verde.

Siga pela BR 381, Fernão Dias, sentido São Paulo. Ao chegar em Camanducaia entre na saída 918 e siga as placas!

Peru além de Machu Picchu

Um dos destinos mais famosos da América Latina é Machu Picchu, que está localizado no Peru e foi o destino da viagem do empresário Márcio Andrade do Vale e sua esposa, Cecília Luciana Resende.

Apesar do destino principal ser o sítio arqueológico mais conhecido da civilização Inca, ele conta que o país como um todo chamou muito atenção:

Não escolhemos apenas Machu Picchu e sim o país(Peru), pois possui uma natureza exuberante, além dos diversos sítios arqueológicos Incas, como: Qorikancha, Sacsayhua, Q’Engo, Puka Pukara, Tambomachay, Ollantaytambo e é claro o principal e maior que é Machu Picchu.

 


 

Machu Picchu

Para quem não conhece a cidade perdida dos Incas mais famosa do mundo, Machu Picchu é um sítio arqueológico que foi construído no século XV. Por ser mundialmente conhecido e historicamente importante, o local é considerado Patrimônio Mundial da UNESCO.

Por ter sido encontrada apenas em 1911, o local se deteriorou muito e apenas 30% das construções estão em seu formato original. Bem organizada e dividida em área agrícola e área urbana, a qualidade das estruturas mostram um pouco da capacidade do Povo Inca.

Segundo a história da civilização, Machu Picchu foi planejada para a passagem do Deus do Sol.

Márcio fala que a aclimatação em relação a altitude aconteceu antes de Machu Picchu e em um ponto mais alto, então não teve problemas em relação a isso:

Desembarcamos em Cusco que tem uma altitude um pouco maior que Machu Picchu. Cusco tem 3399m(Machu Picchu está a 2400 metros de altura), onde ficamos por dois dias para aclimatação e após seguimos para a região de Puno(Lago Titicaca) que tem 3827m. Durante o percurso alcançamos uma altitude de 4300 metros, nos limites entre as regiões de Cusco e Puno. Com isso fomos nos aclimatando aos poucos e quando chegamos na região de Machu Picchu, ja estávamos bem aclimatados com a altitude e não tivemos nenhum problema com ela.

 

Para auxiliar na aclimatação é necessário se adaptar ao clima local, temperatura e afins, para isso, Márcio, que é montanhista de longa data, já está ciente e conta como montou a sua checklit:

Como em toda viagem para regiões montanhosas e frias, o ideal é sempre estudar bem o clima e temperaturas da época em que se vai visitar. No Peru por sua vez no final do mês de maio iríamos precisar de muitas roupas de inverno.

Com isso nos preparamos com uma boa segunda pele, agasalhos 3 em 1, calças windstopper, luvas, gorros e meias térmicas. Isso para nos garantir um mínimo de conforto durante nossas idas e vindas pelo país.

 

Falando agora em logística de viagem, Márcio contou com o exímio planejamento da esposa Cecília para não perder tempo:

Toda logística foi feita por minha esposa Cecília. Como iríamos visitar diversas regiões do país antes de irmos para Machu Picchu, foi preciso pensar em cada detalhe para que não perdêssemos tempo em deslocamento de uma região para outra, e que também não sentíssemos tanto a altitude.

Logística essa muito bem elaborada por ela, e quando chegou a vez de irmos para Machu Picchu não foi diferente, tudo se encaixou perfeitamente no tempo de cada atividade. Juntos decidimos passar uma noite na cidade de Ollantaytambo, que é a única cidade da era Inca no Peru ainda habitada.

Em seus palácios vivem os descendentes das casas nobres cusquenhas. E de lá se pega o Trem para Machu Picchu Pueblo ou Machupicchu, também conhecido como Aguas Calientes. É uma cidade no Peru às margens do rio Urubamba, cujo nome em quéchua é Machu Pikchu. De lá se pega os ônibus para o sítio arqueológico de Machu Picchu, onde se fazem as visitas nas antigas ruínas deixadas pelos povos Incas. Realmente um passeio incrível.

 

Para aqueles que pretendem ir ao país cusquenho, a dica do Márcio é não se limitar à Machu Picchu:

A dica para quem vai visitar Machu Picchu é que se programem para ir conhecer como nós, os diversos parques arqueológicos Incas e deixar Machu Picchu por último para que então possam conhecer ao máximo as diversas formas de vida, trabalho e cultura dos povos Incas.

Outra dica é que façam o esquema de levar uma mochila grande com tudo o que vai precisar no Peru, sempre deixando-a no hotel em Cusco, para onde sempre retornamos de nossas viagens por lá. De lá sempre seguíamos as viagens com mochilas pequenas de 26 a 30 litros em média, pois a maioria dos passeios são de 1 a 2 dias e não justifica ficar carregando grandes mochilas por todo canto. Os hotéis estão acostumados a guardar essas mochilas durante o tempo que você vai estar fora de Cusco.

 

E para finalizar, Márcio contou para a gente o que ele achou da viagem:

Sensacional, com certeza um dos lugares mais incríveis que conhecemos. As cores, energia e sorrisos são o que de fato definem o Peru que luta para manter viva a cultura milenar dos Incas. A perseverança do seu povo encontra-se em cada detalhe do artesanato colorido, na música típica andina, nos costumes culturais e na diversidade gastronômica daquele país.

As paisagens deslumbrantes que mais parecem ter saído de quadros pintados por renomados artistas deixam os turistas extasiados com tamanha beleza como no Lago Titicaca, onde os azuis do céu e do lago se confundem no horizonte. Os picos que parecem ser pintados de branco ao fundo das belíssimas montanhas.

A intensidade do verde das Florestas, os rios caudalosos cheios de corredeiras que vemos percorrer todo Peru são de tirar o fôlego de quem ama e admira a natureza.

 

Quem aí já foi ao país está convidado a deixar dicas nos comentários para ajudar aqueles que querem realizar esse sonho!