06 parques incríveis para visitar em MG

Minas Gerais é um estado conhecido pela paisagem montanhosa. Repleto de cachoeiras, chapadas e uma grande biodiversidade, com sua natureza exuberante.

E para manter nosso Estado com toda essa beleza conservada existem, entre outras coisas, diversos parques que são na verdade unidades de conservação (UCs).

Isso quer dizer que grande parte das belezas naturais que temos está protegida por lei em áreas preservadas por possuírem características ambientais importantes para a sociedade e para a natureza. 

Quer ajudar a defender a natureza? Que tal começar visitando essas unidades de conservação?

Dessa maneira, é possível ver de perto a diversidade da fauna e da flora, conhecer a estratégias utilizadas na conservação dessas áreas, desfrutar da experiência de se ter contato com o ar puro e com todas as belezas e a tranquilidade que esses espaços proporcionam.

Ocupando essas unidades de conservação, as pessoas mostram ao poder público que faz sentido investir no cuidado com esses espaços. 

Vamos ajudar falando um pouco sobre seis desses parques. Bora já preparar o roteiro para as férias de final de ano?

PARQUE DO ROLA MOÇA

A área protegida está localizada na Região Metropolitana de Belo Horizonte – incluindo os municípios de Nova Lima, Ibirité e Brumadinho.

É o terceiro maior parque de área urbana do país com 4 mil hectares, o equivalente a 5.611 campos de futebol.

Esse parque, situado numa zona de transição de Cerrado para Mata Atlântica, é o habitat natural de espécies da fauna ameaçadas de extinção, como a onça parda, a jaguatirica e o lobo-guará

Outra boa surpresa do Parque do Rola Moça é a possibilidade de ver um lindo pôr do sol. Para isso, há diversos mirantes.

Mas até chegar o final do dia, muita beleza e diversão pode ser encontrada em trilhas e cachoeiras, que possuem uma boa estrutura para receber os visitantes.

Endereço: A entrada do Parque fica na Av. Montreal- no bairro Jardim Canadá, em Nova Lima. O telefone para mais informações é (31) 3581-3523. 

PARQUE DO SUMIDOURO

Esse é um dos nossos preferidos. Para quem também curte aventura, o Parque conta com diferentes opções de escaladas e trilhas guiadas. Durante a caminhada, é possível sentir a umidade típica de uma vegetação que mistura Cerrado e Mata Atlântica. 

E tem muito mais! Além da natureza e dos esportes radicais, um pedaço importante da história de Minas Gerais está guardado por lá.

Um exemplo é a Casa Fernão Dias, um patrimônio cultural tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha) que faz parte do espaço.

Quer mais? O Parque do Sumidouro tem! Lá existem 53 cavernas e 157 sítios arqueológicos.

Na Lapa do Sumidouro, por exemplo, é possível ver de perto as pinturas rupestres, com registros feitos por quem vivia em harmonia com a natureza selvagem há milhares de anos atrás.

Portaria Museu Peter Lund / Gruta da Lapinha: (31) 3689 8592 / (31) 3689 8585 / (31) 3689 8575 / (31) 3689 8037

Endereço: Rodovia AMG 0115, estrada Campinho-Lapinha, Km 6. Lagoa Santa / MG

PARQUE DO ITACOLOMI

Piscinas naturais, quedas d’água, e muita diversidade de animais. Essa unidade de conservação é mais uma daquelas que tem a natureza como maior triunfo, mas também tem muita história.

Quem sobe até o pico, uma caminhada de pouco menos de duas horas a 1700 metros de altitude, pode ver lá de cima um amplo horizonte. Alcançando as cidades de Ouro Preto, Mariana, a represa de Lavras Novas e até uma parte da Serra do Caraça. As trilhas são autoguiadas, com sinalizações durante todo o caminho. 

Quem visita o Parque também pode conhecer o Museu do Chá, situado na antiga Fazenda José do Manso, lugar conhecido por ser polo produtor de chá na primeira metade do século XX. 

O Parque também abriga o complexo de cachoeiras da Serrinha com lindo cenário, quedas d’água e piscinas naturais onde o visitante poderá se banhar e contemplar a paisagem.

Endereço: O Parque está localizado na BR-356, Km 98 – Bauxita, Ouro Preto – MG, 35400-000. Para mais informações é só ligar (31) 3551-6193 

PARQUE ESTADUAL DO IBITIPOCA

Não é à toa que o Parque Estadual de Ibitipoca é um dos mais visitados de Minas Gerais. São 1.500 hectares de área protegida, o mesmo que 2.100 campos de futebol.

Para garantir a proteção da área, mantendo sua tranquilidade, por dia, somente é permitida a entrada de no máximo 600 pessoas. 

Para receber tanta gente que vem de longe, o espaço se modernizou, contando com centro de informações, restaurante e camping. São três as opções de circuito para quem quer fazer as trilhas, todas devidamente sinalizadas para quem quiser ir por conta própria.

Existem alternativas de caminhadas mais pesadas e até trilhas que contam com passagem por águas bem calmas, ideais para quem vai com crianças. 

Um dos pontos altos do Parque é a famosa Janela do Céu, localizada acima de uma cachoeira de 20 metros, onde correm águas douradas vindas do Rio Vermelho.

Existem também diversas grutas no Parque, como a Gruta dos Fugitivos, que recebeu esse nome por ser o lugar de refúgio de negros escravizados.

Já a Gruta dos Três Arcos tem 30 metros de extensão, espaço onde se pode caminhar com a ajuda das luzes que entram pelas fendas. 

Endereço: Para chegar, você precisa ir até a Vila de Conceição do Ibitipoca, que fica a três quilômetros da portaria do Parque. Se precisar de mais informações, ligue (32) 3281 1101

PARQUE DO RIO PRETO

A região atrai turistas pela fauna e pela flora conservadas e por guardar tesouros históricos, como pinturas rupestres e paredões de quartzo em uma área protegia de 12.184 hectares.

Localizado no município de São Gonçalo do Rio Preto, o parque está a aproximadamente 70 quilômetros de Diamantina.

A unidade de conservação está inserida no complexo da Serra do Espinhaço e foi o primeiro a receber o marco de referência da Estrada Real – que vai de Parati a Diamantina. 

Os recursos hídricos privilegiados favorecem a formação de cachoeiras, piscinas naturais, corredeiras, sumidouros, cânions e praias fluviais com areias brancas – todas abertas à visitação.

Entre os atrativos turísticos, destacam-se as cachoeiras do Crioulo e da Sempre Viva, as pinturas rupestres e os mirantes naturais, que permitem aos visitantes observar toda a área da unidade e do entorno.

O parque oferece 12 alojamentos, simples, mas confortáveis, para até 52 pessoas. Há também área de camping para 30 barracas. De quinta-feira a domingo, o restaurante serve comidas mineiras.

Endereço: Para chegar é preciso ir a São Gonçalo do Rio Preto e, de lá, seguir 14 quilômetros até a portaria do Parque. A estrada é de terra batida e bem sinalizada.  Para mais informações, ligue (38) 99765621.

PARQUE DO RIO DOCE

O Parque fica na região do Vale do Aço e em seus 35.970 hectares de área preservada está a maior floresta tropical de Minas Gerais. 

O lugar também é conhecido pela quantidade de água que guarda. São 42 lagos naturais, sendo que um deles é considerado um dos maiores e mais profundo do Brasil, chegando a 39 metros de profundidade.

Existem alojamentos e campings disponíveis dentro do Parque para quem quer ficar imerso nessa área verde cheia de surpresas.

Endereço: MG 760, Santa Rita de Marliéria. Para mais informações, ligue (31) 3824-6146

O QUE FAZER EM CAMPOS DO JORDÃO COM CHUVA? VEJA 5 DICAS!

Contamos tudo que fizemos em nosso primeira viagem à Campos do Jordão. Confesso que foi dessas viagens que acontecem exatamente como planejamos: Estava com o tempo firme e ensolarado porém com queda na temperatura ao anoitecer.

Foi perfeito fazer todos os passeios à céu aberto que havíamos planejado, como ir ao Teleférico e conhecer o Pico do Itapeva. Ao anoitecer o frio dava um clima especial para um foundue e também para curtir a pousada que era uma delícia.

Mas, como nem tudo são flores sempre, dessa vez não teve nada disso. Voltamos à Campos do Jordão à trabalha. Fizemos o Resgate em Áreas Remotas da primeiro evento Rock Mountain Games! O evento ocorreu no sábado e domingo com provas de mountain bike, ciclismo em estrada, trail run e muito mais.



Até sexta-feira o tempo estava firme. Mas, justamente no final de semana a chuva tomou conta da pequena cidade de São Paulo. Foram dois dias quase completamente embaixo d’água, com temperaturas que chegaram a 4° graus e muita neblina.

Em nosso caso, o trabalho seguiu (quase) normalmente. Faça chuva ou faça sol a equipe Nerea está sempre pronta para atuar. Mas, vendo o teleférico parado e muitas vezes nem conseguindo vê-lo devido as névoas, fiquei me perguntando: Afinal, o que fazer em Campos do Jordão quando chove?

Infelizmente, a maioria das atrações não funcionam com esse clima. Mas pensando um pouco no assunto e pesquisando mais um pouco, descobrimos que é possível sim aproveitar Campos do Jordão mesmo com frio, neblina e chuva. Vamos dar algumas dicas do que encontramos.

Leia também:
Campos do Jordão: O que fazer, onde comer e onde se hospedar

1 – Restaurantes em Capivari

Foto: Junho de 2019 – Sombrinhas temporárias

Esse tópico não tem erro. Mesmo com chuva os restaurantes funcionam e são ótimas opções se proteger da chuva e aproveitar um pouquinho do clima europeu.

Ainda na Vila existem galerias e shopping que podem ser visitados. Quando fomos, aproveitamos para comprar alguns chocolates e licores na loja Chocolate cacau de Campos. São deliciosos e valem muito a pena. E claro, aproveite para tomar um chocolate quente que não irá se arrepender.

 

2 – Chocolate Araucária

Ainda pensando em gordices, outra opção para passar o tempo de um jeito literalmente delicioso é fazendo um tour na fábrica de Chocolate Araucária. Dá para aprender um pouco sobre o processo de como é feito os chocolates e ver parte da produção! Não tivemos a oportunidade de ir até o local, mas confesso que só de ver as fotos nos deu água na boca.

 

3 – Palácio da Boa Vista

Esse palácio pertence ao Governo do Estado de São Paulo e vale a visita em dias de sol e de chuva. Lá você verá de perto milhares de peças históricas e conhecerá um pouquinho do recanto de descanso do governador.

Para não perder o custo, vamos voltar às comidas! Rs. No palácio tem uma cafeteria que é muito visitada em dias de céu azul por ter uma vista belíssima, mas nada impede que aproveitar a visita para fazer uma boquinha em um lugar gostoso.

 

4 – Tour Baden Baden

Está com a viagem programada para Campos do Jordão e o aplicativo só mostra dias de chuva e nublados? Já faz logo a reserva para o tour da cervejaria Baden Baden que é bem concorrido. Para quem curte uma cerveja de qualidade, no tour irá aprender mais sobre a marca e a diferença dos seus sabores. Ainda poderá degustar três tipos de cerveja para fechar com chave de ouro.

 

5 – Museu da Xilogravura

Por fim, uma visita bem cultural. Para quem, assim como nós, está na dúvida do que é xilogravura vamos colar aqui o que o Google diz à respeito: “Xilogravura ou xilografia é a técnica de gravura na qual se utiliza madeira como matriz e possibilita a reprodução da imagem gravada sobre o papel ou outro suporte adequado. É um processo muito parecido com um carimbo”

No museu existem várias obras que utilizam dessa técnica. Pelas fotos, parece ser bem legal.

 

6 – Dica Extra

Foto: Hotel Castelo Nacional – Hospedagem em junho de 2019

Não deixe que o clima estrague a sua viagem! Curta tudo o que puder, conheça lugares que nem pensaria caso o dia fosse de sol.

As próprias pousadas e hotéis costumam ser uma atração à parte, então relaxe e aproveite!

CAMPOS DO JORDÃO: O QUE FAZER, ONDE COMER E ONDE HOSPEDAR

Falamos recentemente da nossa viagem para Monte Verde, conhecida também por Suíça Mineira. Agora vamos contar um pouco da nossa experiência na cidade que é conhecida também por Suíça, mas essa é a brasileira: Campos do Jordão, São Paulo.



Realmente Campos do Jordão merece esse apelido carinhoso. Ao chegar na cidade o portal de entrada já te dá uma ideia da arquitetura típica do local, semelhante a europeia. Muitas pousadas e hotéis seguiram essa mesma ideia de glamour e aconchego, mas é na Vila Capivari que você verá isso ainda mais forte.

 

Vila Capivari – Onde Comer em Campos do Jordão?


FOTO: Vila Capivari – Sombrinhas expostas em ação da Cielo entre junho e julho de 2019

As ruas mais famosas de Campos do Jordão! É na Vila Capivari que encontram-se os principais restaurantes e também alguns shoppings. Com variadas opções gastronômicas, um passeio por lá é um constante convite à um jantar ou lanche.

Alguns restaurantes mais famosos, como o da Baden Baden, costumam fazer fila mesmo em dias de semana. Por isso, a nossa dica é chegar cedo nesses casos. Para quem está procurando um lanche, o Pastelão do Maluf é o mais indicado! Dividimos um pastel que além de grande é muito bem recheado e ficamos bem satisfeitos.

Mas nem só de boa alimentação se vive Campos do Jordão. O frio na barriga ao fazer o passeio de teleférico e a vista do Mirante de Itapeva de tirar o fôlego também são sensações que valem à pena!

 

Teleférico de Campos do Jordão

Localizado também em Capivari, esse é um passeio que vale muito à pena. Fomos em junho de 2019 e pagamos R$ 17,00 por pessoa a ida e volta.

O teleférico te leva até o Morro do Elefante, de onde é possível ter uma bela vista de parte da cidade. Também no local há o Parque dos Elefantes. A entrada é gratuita, desde que você tire uma foto ao entrar que eles transformarão em um chaveiro e tentarão te vender ao final.

Além de divertido, esse passeio também é histórico, pois esse foi o primeiro teleférico construído no Brasil. Foi inaugurado em 1970 e possui 560 metros de percurso que são feitos em aproximadamente 5 minutos.

Spoiler: Moradores da região disseram que o teleférico será reformado, ganhando mais segurança e também ares mais atuais. Então, para quem gosta da ideia de utilizar o primeiro teleférico do país, marque logo sua viagem à Campos!

Mas calma! Se você tem medo de altura ou não curtiu muito a ideia, é possível ir até o Morro do elefante de carro e aproveitar a vista de forma mais tranquila.

 

Mirante Pico do Itapeva

Se você gosta de perder a noção da hora olhando as maravilhas da natureza, esse passeio é imperdível! Com uma das vistas mais bonitas da Serra da Mantiqueira, o Pico possui 2.030 metros de altitude.

De lá é possível avistar 15 cidades em dias mais abertos, como esse de quando fomos. Até a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, que foi nosso destino seguinte e ainda contaremos aqui, conseguimos ver!

O Pico do Itapeva fica na verdade em Pindamonhangaba, cidade vizinha a Campos do Jordão. Mas a distância é pequena e a estrada está muito boa!

Optamos por não acessar ao parque, que estava sendo cobrado o valor de R$ 20,00 por carro mais R$ 10,00 por pessoa. Continuamos subindo a estrada e, assim como muitos outros carros, paramos no acostamento alguns minutos para contemplar.

 

Bosque do Silêncio

O Bosque do Silêncio é um local muito procurado por quem curte uma aventura. Lá estão localizadas várias tirolesas, arvorismo e paintball. Dessa vez não estávamos em busca de adrenalina, mas fomos até o bosque para conhecer.

Ficamos pouco tempo, antes de irmos ao Pico do Itapeva. Valeu a passagem!

 

Bondinho

O bondinho e as estações são uma atração por si só. Mesmo para quem não tem o interesse de fazer o passeio, vê-lo circular na avenida principal traz uma nostalgia e um charme a mais para a cidade.

A Estrada de Ferro Campos do Jordão disponibiliza dois passeios de bondinho. Um deles com o percurso maior, indo até o portal de entrada da cidade e o segundo com a metade do tempo, aproximadamente 30 minutos.

Porém, essa segunda opção é apenas aos finais de semana. Fizemos o passeio de uma hora que foi bem gostoso, mas acreditamos que o de 30 minutos seja suficiente para experimentar algo que foge da nossa rotina nos dias de hoje.

 

Onde se Hospedar em Campos do Jordão?

São muitas as opções. Várias delas ficam bem próximas a Vila Capivari, sendo possível ir a pé até as principais atrações.

Nós optamos por um hotel mais distante, mas que valeu muito à pena! Nos hospedamos no Hotel Castelo Nacional Inn, localizado bem próximo ao Palácio Boa Vista.

Com ótima estrutura e opções de lazer como piscinas internas aquecidas, saunas e cinema, tiramos um tempo para curtir o hotel e relaxar.

 



Como chegar em Campos do Jordão

Campos do Jordão vale a Visita mas é uma viagem longa para quem mora na capital mineira. De Belo Horizonte até a cidade são aproximadamente 500 km.

TRILHA DA PEDRA REDONDA EM MONTE VERDE

Ah, Monte Verde realmente nos encantou. Temos certeza que quem está nos acompanhando também já ficou com vontade de ir até lá, não é mesmo? Então vamos aumentar essa vontade!

Leia também:
Tudo Sobre Monte Verde: Hospedagem, Passeios e Restaurantes 
Passeio de UTV em Monte Verde: Adrenalina e Emoção 

Hoje vamos falar de mais uma aventura que fizemos por lá: A subida até a Pedra Redonda. Com uma trilha de menos de 1 km considerada de nível médio, esse é o pico mais turístico de Monte Verde.

Tiramos uma manhã inteira para curtir o trajeto e a chegada, mas com uma média de 1 hora e 30 minutos é possível ir e voltar do pico da Pedra Redonda. Se você também adora contemplar a beleza da natureza deixamos já uma dica: Vá com mais tempo para curtir essa experiência!



Com aproximadamente 600 metros de trilha há um mirante lindo para descansar, tirar fotos e já sentir o gostinho da maravilha que o fim trilha reserva. Com estrutura de madeira e esse panorama incrível, ficamos por ali alguns minutos antes de seguirmos para os últimos e mais íngremes metros da caminhada.

Para facilitar o acesso, escadas também de madeira com corrimão foram construídas nos trechos mais difíceis. A euforia e curiosidade para chegar até o pico da Pedra Redonda torna a subida uma parte igualmente deliciosa do passeio. Mas fica o alerta:

Ainda que possua tais estruturas, seja curta e bem sinalizada, é necessário estar preparado para realizar essa trilha. Deixamos aqui embaixo algumas sugestões para você se organizar para ter um dia incrível.

 

 

O que Levar para o Pico da Pedra Redonda:

  • Use sapatos adequados, como tênis e botas de trekking. Apesar de ser uma trilha de nível fácil, como falamos, há trechos extremamente íngremes. Além disso, galhos de árvores, poças de água e outros imprevistos podem atrapalhar caso esteja com outro calçado. Além disso, ao chegar no pico, a pedra tem inclinações e pode estar escorregadia.
     
  • Vá com roupas confortáveis e que possam sujar eventualmente. Por menor que seja, a trilha é de terra. Poeira e/ou lama podem fazer parte da sua aventura! Outro ponto é que ao chegar ao pico é natural sentar nas pedras para tirar fotos e descansar. 
  • Também pensando em vestuário, não esqueça um agasalho. Fomos em um dia ensolarado com a temperatura agradável, mas confesso que ao chegar no topo, o vento mais frio foi um fator que nos fez retornar mais rápido. (E ainda assim valeu MUITO à pena)
      
  •  Leve uma garrafinha de água e mantenha-se hidratado. Apesar de serem poucas horas de passeio, o cansaço tende a nos deixar com mais sede. Não é um item essencial, mas pode te dar mais conforto. 
  •  Use filtro solar mesmo em dias mais nublados. Lembre-se também que em dias de sol, não há sombra no pico da pedra. O sol somado ao vento mais frio, típico da região e também da altitude, pode incomodar e deixar marcas. Por isso proteja-se, inclusive com protetor labial. 
  •  Caso não esteja acostumado com trilhas, contrate um guia para acompanhar. Existem várias operadores em Monte Verde, indicamos a agência Nossa Viagem, que faz esse passeio também ao final do dia para acompanhar um pôr-do-sol inesquecível.


Sobre o Topo da Pedra Redonda

O Pico da Pedra Redonda, um dos picos de Monte Verde, possui altitude de 1990 metros. O local é amplo, comporta dezenas de pessoas ao mesmo tempo. Fomos em um dia que estava bem movimentado, mas foi fácil conseguir um lugarzinho para admirar a vista privilegiada.

Do alto da Pedra é possível observar a Serra da Mantiqueira, o Vale do Paraíba e a Vila de Monte Verde. Até mesmo Campos do Jordão é possível de ser visto ao fundo, em dias mais claro e limpos.

No local não há limitadores de áreas que não podem ser acessadas, por isso tenha muito cuidado. Chegar mais próximo das bordas e tirar fotos diferentes pode ser tentador, mas certifique-se de que é seguro!

 

Como chegar Até a Trilha da Pedra Redonda

A estrada de acesso à entrada da trilha é quase integralmente de terra. A entrada para a trilha fica a pouco mais de 3 km do centro de Monte verde e algumas partes dela não sofrem manutenção frequente. Por isso, o indicado é que faça o percurso com um 4×4.

Utilizamos GPS, aplicativo Waze, para chegar até o Portal de entrada para a trilha. Houveram alguns pequenos erros por parte do aplicativo, que sugeriu rotas em que não era possível o acesso mesmo estando de jipe.

Acabamos gastando um pouco mais de tempo na estrada, mas nada que atrapalhasse nosso passeio. Para evitar tais contratempos, nossa sugestão é seguir pela estrada principal e, se possível, perguntar para pessoas locais.

5 Cânions para se visitar no Brasil

Quando pensamos em cânion, associamos quase sempre ao americano Grand Canyon e ficamos sem reação com as belezas naturais presentes no lugar. Porém, você sabia que existem diversos cânions no Brasil?

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É verdade, e para provar vamos listar 5 deles que vão te deixar surpresos!

 

5 – Cânion de Fortaleza

Com 900 metros de profundidade e 7,5 Km de extensão, esse cânion surpreende todos que vão visitar o Parque Nacional da Serra Geral.

Não se engane pelo nome, esse Cânion está localizado no sul do país, no Estado do Rio Grande do Sul.

Para conseguir ter acesso a vista panorâmica do cânion, há a necessidade de subir uma trilha de 3 Km(ida e volta), mas não subestime a trilha, pois ela vai exigir bastante do seu físico e leva mais ou menos 2 horas para ser concluída.

 

4 – Cânion Itaimbézinho

Localizado no Parque Nacional dos Aparados da Serra, este imponente cânion chama atenção de qualquer turista que visite o parque.

Seus paredões possuem 720 metros de profundidade e 5,8 Km de extensão. Antigamente, a região era habitada por índios guaranis.

Para acessar o lugar, existem três caminhos:

  • Trilha do Cotovelo: Que vai demandar do turista uma caminhada de 2 horas e meia para consegui superar 6,3 Km de extensão(ida e volta).
  • Trilha do Vértice: Essa é bem mais rápida, com apenas 1,4 Km de extensão(ida e volta) com um tempo estimado de 45 minutos de caminhada.
  • Trilha do Rio do Boi: Para acessá-la, você vai precisar passar pela Praia Grande e o percurso é o maior de todos, totalizando 14 Km(ida e volta), demandando em média 6 horas.

 

3 – Cânion do Peixe Tolo

Do sul do Brasil, vamos para o Sudeste, na terra de Minas Gerais, mais precisamente em Conceição do Mato Dentro.

O Cânion está localizado no Parque Estadual da Serra do Intendente e possui uma profundidade de mais ou menos 200 metros.

 

2 – Cânion do Xingó

Continuamos subindo ainda mais o Brasil! Desta vez vamos para Sergipe, no Rio São Francisco. Localizado a 200 Km de Aracaju, o passeio, que começam em Canindé, vai até o Cânion do Xingó, que é marcado pelas águas cristalinas e esverdeadas.

O diferencial aqui vai ser a possibilidade de poder nadar na região e não gastar energia, afinal você vai estar de barco.

Porém, toda essa mordomia há um preço, para realizar este passeio é cobrado uma taxa de 100 reais(por pessoa) podendo ser crescida em mais de 10 reais, caso os turistas desejem realizar o passeio na Gruta do Talhado(essa taxa é cobrada só para os que vão até gruta).

 

1 – Cânion das Bandeirinhas

Com 80 metros de altura e 4 Km de extensão, o Cânion é localizado no Parque Nacional da Serra do Cipó, em Minas Gerais.

Para ter acesso a esse Cânion, você vai precisar caminhar durante 12 Km(só ida), porém a trilha possui uma dificuldade moderada, não exigindo tanto do corpo, porém é bom ir preparado para caminhar, afinal de conta você vai precisar voltar, então pode colocar pelo menos 24 Km andados.

Há a possibilidade de fazer a trilha com bicicleta e com Jipes, porém o 4×4 precisa estar autorizado.

 

Viram como não há a necessidade de ir tão longe para ver um cânion extraordinário? Lembrando que cada passeio possui um preço e restrições diferentes, que sofrem com constantes alterações, por isso não vamos citá-las.

A nossas recomendações é que você entre em contato com quem administra o Cânion para obter essas informações com extrema precisão.

TUDO SOBRE MONTE VERDE: HOSPEDAGEM, PASSEIOS E RESTAURANTES

Dia dos namorados acabou de passar e nós aproveitamos da melhor maneira possível: Viajando! Tiramos uma semaninha de férias e fomos conhecer mais um pouquinho de Minas Gerais. O destino não poderia ser mais romântico: Monte Verde, conhecida como a Suíça Mineira.

Por que escolhemos Monte Verde? Motivos não faltaram! Esse destino era inédito para nós dois, e conhecido como um dos mais românticos do nosso estado. Além disso, descobrimos que teríamos opções de atividades de aventura. Perfeito para sairmos da zona de conforto em uma segunda lua-de-mel!



Além de ser conhecido pelo romantismo e estilo europeu, o distrito de Camanducaia também nos ganhou pelo clima. Viajamos no final do outono, o que garantiu um friozinho gostoso, mas sem tanto rigor quanto no inverno. Ao longo do dia os termômetros se aproximavam de 20°C e ao cair da noite, chegamos a pegar 6°C.

Para combinar com esse tempinho, nada melhor que uma lareira, um vinhozinho, fondue e chocolate quente. E tivemos tudo isso durante os dias que passamos por lá, dá uma olhada nessas dicas incríveis:

 

Onde se Hospedar em Monte Verde?

 

Opções não faltam por lá, para todos os gostos e bolsos. Segundo o site oficial de Monte Verde, são mais de 200 opções de hospedagem somando mais de 4000 leitos. Optamos a Pousada Cantinho das Estrelas e não poderíamos ter escolhido melhor!

Um pouco mais afastada da rua principal – onde ficam os principais restaurantes e lojas – a Pousada é cercada por verde, tem uma vista linda e o chalé é super aconchegante. Mas o maior diferencial com certeza é o atendimento, que nos faz se sentir em casa e ao mesmo tempo como Estrelas Famosas.


O café da manhã é uma delícia e a Pousada oferece ainda um chá da tarde, para aquecer o corpo e o coração!

Fomos embora já querendo voltar. Esperamos que seja em breve!

 

Onde Comer em Monte Verde?

Já saímos de Belo Horizonte, que fica a 485 km, pensando em experimentar um fondue. Descobrimos que matar essa vontade não seria difícil, pois quase todos os restaurantes possuem essa opção no cardápio.

Você pode escolher algum local que você coma o fondue de sua escolha, pode também escolher pela sequência de fondue (carne, queijo e chocolate) ou ainda optar pelo rodízio e comer à vontade. Ficamos com essa última opção.

Escolhemos o restaurante Garagem Vemaguet, que possui decoração automobilística, porém aconchegante. No dia que fomos, havia música ao vivo de excelente qualidade, mais voltada para o MPB.

Os pratos estavam do nosso agrado, mas o que realmente nos ganhou foi o fondue de chocolate com frutas da época (banana, maçã, uva e morango). Dá água na boca só de lembrar!

Já durante o dia, o chocolate quente era o nosso grande amigo! Provamos o do Montanhês, que é realmente uma delícia e também da Gressoney, fábrica mais antiga de Monte Verde. Esse segundo foi o nosso campeão! Aproveitamos a visita e levamos também alguns chocolates para saborearmos em casa com aquele gostinho de nostalgia.

 

Passeios em Monte Verde

Aproveitar a pousada e a gastronomia de Monte Verde já seria um passeio incrível. Mas ficou ainda melhor!

Fizemos um passeio de UTV em um circuito fechado com a Nossa Viagem que foi surpreendente! Tanto que faremos uma postagem separada para contar detalhadamente essa aventura.

Outra aventura foi uma caminhada que superou as nossas expectativas: subida até à Pedra Redonda. Também faremos um post apenas para contar todas as nossas impressões de lá.

Por fim, fomos até ao Mirante do Aeroporto, de onde é possível avistar a Pedra que subimos e outros picos da região. O aeroporto de Monte Verde é o mais alto do Brasil, com 1.560 metros de altitude. Para quem gosta de fotos, esse muro abaixo fica logo no acesso do aeroporto e vale o click.

Ficamos apenas dois dias por lá, por isso selecionamos esses lugares para conhecer. Mas para quem pretende ficar mais dias, existem outros atrativos:

– Pedra Partida
– Pico do Selado
– Chapéu do Bispo
– Passeios de quadriciclo
– Passeios 4×4 de Land Rover (Assim como para o UTV, indicamos aqui o Nossa Viagem. De confiança e qualidade!)

 

Como Chegar em Monte Verde

Para os mineiros, assim como nós, quer se apaixonar por esse paraíso próximo à Serra da Mantiqueira, deixamos aqui o mapa saindo de BH até Monte Verde.

Siga pela BR 381, Fernão Dias, sentido São Paulo. Ao chegar em Camanducaia entre na saída 918 e siga as placas!