Pedro Leopoldo Rodeio Show 2019 terá uma tirolesa Nerea!

Para quem gosta de muita farra e curtição, além de um bom sertanejo, o evento Pedro Leopoldo Rodeio Show é o lugar ideal para a curtição.

Para o show que vai acontecer em dois finais de semana de junho(7, 8, 14 e 15) são esperados mais de 100 mil pessoas.

 

Conheça a cidade de Pedro Leopoldo

Pedro Leopoldo, município que pertence a região metropolitana de Belo Horizonte, possui cerca de 70 mil habitantes.

A cidade está localizada a 46 km de distância da capital Belo Horizonte, ou seja, para quem tem interesse em visita-la a viagem é curta e tranquila.

Segundo pesquisas, a cidade possui os registros de ocupação humana mais antigos da América, com datas de até 12 mil anos atrás.

 

Pedro Leopoldo Rodeio Show

E para deixar a cidade ainda mais atrativa, no mês de junho acontece o Pedro Leopoldo Rodeio Show, um evento que reúne muita música, bebidas das mais diversas e uma variedade grande de entretenimento.

Nesse ano, buscando aumentar o leque de atrações, os organizadores decidiram montar uma tirolesa e chamaram a equipe Nerea de monitores.

Vale reforçar que o evento acontece nos dias 7, 8, 14 e 15 de junho.

 

Conheça a equipe de Monitores Nerea

Equipe composta por profissionais especializados em montagem de atrações como tirolesa, parede de escalada, rapel e circuito de aventura.

Além disso, esse monitores estão em constante treinamento e presentes em cursos, para cada vez mais melhorar o atendimento prestado.

Outro diferencial da equipe é que os equipamentos usados na construção das atrações possuem certificados e são fabricados dentro de rígidas normas de segurança, o que faz com que a atração fique extremamente seguro.

 

Quem aí que gosta de tirolesa vai ao evento? Estão preparados para a nova atração do Rodeio Show?

Os viajantes preferem ideias para fotos do que roteiros, entenda

Recentemente realizamos um texto falando sobre como as selfies podem ser letais se os turistas focarem mais nela do que na viagem propriamente dita, inclusive no texto, mostramos uma artista que fez uma crítica a esses turistas.

Para mostrar ainda mais o impacto que uma foto faz em uma viagem, o site Hoteis.com realizou uma pesquisa com os viajantes que usam o serviço prestado por eles e constataram que 41,4% focam em procurar ideias de fotos no Instagram antes de um roteiro.

Até no local da viagem, a porcentagem de pessoas que focam nas fotos também são grandes: 55% colocam o celular em um lugar e ativam o timer, 45% pedem para um estranho para tirar a foto e 34% passam horas editando fotos no quarto do hotel.

Outra porcentagem que chama atenção é que 36% das pessoas presentes na pesquisa, acordariam de madrugada para tirar uma foto sem multidão ou contratariam um fotógrafo profissional para realizar o ensaio.

 

Para fazer inveja ou curtição?

As redes sociais passam uma sensação utópica para as pessoas já que durante o trabalho podemos postar uma foto tirada em Paris. Isso causa uma sensação de inveja nas pessoas ”pô, eu queria estar ali”.

E a pesquisa realizada pelo site confirmou que 90% do público entrevistado por eles curtem as fotos que os deixam com inveja, ou seja, vale o questionamento, está tirando a foto para aproveitar o passeio e guardar de recordação ou para postar e fazer inveja nos outros?

Por quê esse questionamento? A pesquisa mostra que fotos de comida ocupam 49% do feed e fotos de pernas na piscina ou na praia ocupam 39% do feed, levantando aquela desejo de ”queria comer aquilo” ”queria estar naquela piscina”, porque um prato de comida ou simplesmente pernas não são fotos interessantes de se ver, a menos que você esteja em um restaurante em Paris ou em uma praia em Aruba. Sacaram onde queremos chegar?

Muitas vezes as pessoas deixam de aproveitar o lugar, a essência de ver uma Torre Eiffel de perto para simplesmente tirar uma foto perfeita do lado do monumento e causar inveja nos seus seguidores.

 

A era das fotografias

Antigamente, para tirar uma foto era necessário toda uma preparação, ou seja, o momento perfeito para o clique perfeito, não podia errar já que se acontecesse alguma coisa, a chance de tirar outra foto igual seria quase que zero, até para ver como a foto ficou era difícil, precisava revelar e não era possível ver na hroa.

Com a evolução e a facilidade de tirar uma foto, os cliques ficaram quase que obrigatórios, mesmo que o lugar que você esteja indo não tenta importância, se a foto ficar feia, ela é simplesmente descartada. Simples assim!

Em 2012, uma pesquisa mostrou que em 2 minutos tiramos mais fotos que todo o período do século 19, imagina agora, 2019, quantas milhares de fotos não tiramos a mais?

* não vamos nos aprofundar aqui pois os números já estão bastante desatualizados

 

Lembrando que não queremos que vocês parem de tirar fotos, apenas que aproveitem mais o passeio e deixa a foto para um momento especial, já que o intuito da foto é esse, eternizar um momento.

* a pesquisa foi realizada com 500 viajantes brasileiros, sendo 309 mulheres e 191 homens.

Créditos: Hoteis.com

Teleférico no Kilimanjaro e polêmica, entenda

O governo da Tanzânia, berço do Monte Kilimanjaro, anunciou que vai construir um teleférico que vai ligar a base até o topo do maior monte da África e isso gerou revolta por parte de algumas classes, que serão diretamente afetadas pela construção do teleférico.

 

Kilimanjaro

Considerado o maior monte da África com 5.895 metros de altitude, o Kilimanjaro possui uma média de 50.000 visitantes por ano.

Kilimanjaro ergueu-se no meio de uma planície, com isso, o visual plano tomado por um gigante de rocha é único. Antigamente, o monte era um vulcão, hoje desativado o topo é coberto de neve.

O Kilimanjaro está na lista Seven Summits, que engloba os maiores montes de cada continente, não os maiores do mundo.

 

Seven Summits

Ao contrário do que muitos pensam, a lista Seven Summits está os montes mais altos de cada continente, não do mundo.

No entanto, a lista sofre contradições, pois há três versões:

  • Everest, Aconcagua, Denali, Kilimanjaro, Elbrus, Kosciusko e Vinson
  • Everest, Aconcagua, Denali, Kilimanjaro, Elbrus, Puncak Jaya e Vinson
  • Everest, Aconcagua, Denali, Kilimanjaro, Mont Blanc, Kosciuszko e Vinson

Agora que já conhecemos um pouco mais sobre o Kilimanjaro e o fato deles estar na Seven Summits, vamos para a polêmica.

 

Construção do teleférico e polêmica

A principal fonte de renda da Tanzânia é o turismo ligado aos safáris e ao Kilimanjaro, como citado no início do texto, só o monte recebe cerca de 50.000 visitantes.

Então, para ajudar a fomentar o turismo, as autoridades querem a construção de um teleférico,  já que com o transporte, a estimativa é que o número de visitantes anuais dobre, indo para 100.000.

Porém, enquanto o governo está rindo à toa, há um furdunço em algumas comunidades alegando que com o teleférico a essência do monte vai sumir, pois as pessoas vão parar de subir da maneira tradicional.

Além disso, cada subida emprega cerca de 15 pessoas desde guias a cozinheiros, com o teleférico, essas pessoas correm o risco de perderem o emprego.

 

Mesmo com bastante revolta o teleférico está próximo de ser concretizado, qual a sua opinião a respeito de um transporte ligando a base até o topo? Você subiria o monte Kilimanjaro pela maneira tradicional ou usaria o bondinho para chegar lá em cima ”tirar onda” e descer?

 

 

Selfies mortais e a crítica da Stephanie Leigh

O universo fotográfico tomou conta das viagens, ainda mais agora, que para tirar uma foto de qualidade basta você ter um telefone.

Graças a isso, vemos os principais destinos do mundo cercados por turistas que focam mais em ver se a fotografia ficou boa, do que na beleza de uma Torre Eiffel, por exemplo.

Obviamente que as redes sociais também têm ”sua parcela de culpa” já que ”precisamos” postar que estamos em tal lugar ao invés de aproveitar o máximo possível.

O surgimento das selfies também influenciaram bastante no número de fotos tiradas em um determinado lugar, já que vai mostrar o rosto, precisa estar com uma pose e um sorriso bacana, porém esse surgimento também influencia em um número bem impactante, o número de mortes.

 

Mortes enquanto tirava selfie

Em 2018, uma pesquisa realizada mostrou que entre os anos de 2011 e 2016, 259 pessoas morreram enquanto estavam tentando tirar uma selfie.

A grande maioria são homens que tentavam tirar uma foto marcante na beira de um abismo como um prédio alto, montanha e até lagos.

 

Esse número fez com que a artista Stephanie Leigh fizesse um compilado de fotos criticando o ato de tirar selfies.

Segundo ela, além do rosto que aparece na foto, existe uma belo cenário natural, uma estrutura ou até mesmo um acontecimento básico do cotidiano.

O álbum da artista que desenvolve a crítica se chama ”Stefdies” e não mostra o principal de uma selfie, o rosto.

 

Stefdies

A ideia da artista foi tirar fotos em lugares famosos como a Torre Eiffel, porém ela estaria ”morta” nas fotos com o rosto encoberto.

O projeto busca trazer de volta às raízes da fotografia, onde o momento era eternizado e não simplesmente descartado.

A obra também serve para estimular a imaginação e levanta críticas sobre a mortalidade e a função da fotografia. Confira algumas fotos:

 

O que a Stephanie quis dizer é que as pessoas estão viajando mais para mostrar para os outros do que para aproveitar a viagem, perdem mais tempo tentando tirar a foto ideal do que curtindo o passeio.

Lembrando que, em momento nenhum foi citado que não se deve tirar foto, apenas que há pessoas que esquecem de aproveitar o passeio para simplesmente tirar a foto ideal.

E você, é do tipo que tira foto a cada passo que você dá ou é daqueles que tenta absorver ao máximo o ambiente, deixando as fotos para um momento oportuno?

3 coisas para fazer em Poços de Caldas

A conhecida cidade mineira de Poços de Caldas é um destino muito famoso pelas suas fontes e nascentes, descobertas no século XVII(17), no entanto a cidade de Poços possui muitas atividades que vão além das suas fontes, fique conosco para conhecer mais sobre a cidade localizada no sul do estado mineiro.

 

3 passeios para se fazer em Poços de Caldas

Teleférico

Transporte que leva o turista até o topo da Serra de São Domingos, proporciona ao visitante uma bela vista panorâmica da cidade de Poços de Caldas.

Para desfrutar dessa atração, é necessário comprar um ticket no local, não precisa comprar antecipadamente.

Os preços também não são altos, variando de 15 a 25 reais. Cada cabine do teleférico consegue levar até 4 pessoas e possui um percurso de 1500 metros, durante o percurso é possível já contemplar o maravilhoso horizonte que a cidade possui.

 

Voo Livre

Para os turistas mais corajosos, após a subida no teleférico, uma das maneiras de descer é com o voo livre.

Após sair do teleférico, você vai encontrar diversas placas indicando o lugar onde acontece o voo livre, porém para essa prática o dinheiro investido é maior.

Por causa do investimento nos equipamentos, é necessário pagar cerca de 300 reais para realizar o salto.

 

Fonte dos Amores

Com 90 anos de existência, a fonte dos amores atrai casais do Brasil inteiro por toda a sua atmosfera que envolve o amor e o romance.

No local, existem outros cinco fontanários de água mineral, que servem para homenagear um ponto turístico da cidade.

Além disso, no local, os turistas conseguem interagir diretamente com miquinhos da região que comem frutas nas mãos das pessoas, mas o principal atrativo da fonte dos Amores, é a estátua esculpida em mármore pelo artista Giulio Starace, que retrata dois jovens apaixonados se abraçando.

Poços de Caldas ainda reserva outras diversas atrações e possui um clima bem fresco, típicos da região sul. Outro atrativo da cidade é a sua organização e limpeza, que deixa os turistas sempre maravilhados.

 

Quem aí já foi para Poços de Caldas e já ”turistou” em algumas dessas atrações? Conta para gente a sua experiência!

A História de superação do Atleta indígena Jim Thorpe

Já vivenciamos alguns dias que falamos ”Era melhor ter ficado em casa” ou aquele sinal vermelho misturado com um trânsito infernal logo quando você está atrasado.

Enfim, sempre tem aquele dia que achamos que o mundo está conspirando contra. Para deixarmos isso de lado, que tal conhecermos a história de superação do nativo americano Jim Thorpe.

 

A história do Jim Thorpe nas Olimpíadas de 1912

Em um dia comum de Olimpíadas, onde os atletas estão se preparando para as provas, Jim Thorpe viveu momento angustiantes, já que seus sapatos de corrida haviam sido furtados momentos antes de uma prova.

Numa situação desesperadora, alguns atletas iriam desistir ou entrariam sem foco na competição, resultando em um mal rendimento na prova.

No entanto, ao invés de sentar e chorar, Jim correu atrás e começou a procurar outros sapatos, até que ele acabou encontrando um par dentro de uma lata de lixo.

A maré finalmente estava conspirando a favor, só que um dos sapatos era de uma numeração maior, fazendo que calçado ficasse se soltando do pé. Jim pegou várias meias e foi colocando no pé até bater a numeração.

Após isso, Jim finalmente conseguiu focar suas atenções para a prova e sabe o que aconteceu? Ele não ganhou uma prova, ganhou duas provas e se tornou o primeiro nativo americano a conquistar uma medalha de ouro nas olimpíadas.

Quantos atletas desistiriam da prova quando soubessem que o sapato havia sido roubado, ou quantos atletas entrariam desconcentrados na prova apenas por passar por aquela situação.

Mas porque Jim Thorpe conseguiu manter a calma e ainda conseguir chegar no lugar mais alto do pódio?

Jim era um indígena, que habitava as terras que hoje conhecemos como Oklahoma, ou seja, vivia no meio selvagem, caçando e enfrentando desafios dos mais diversos para sobreviver.

Todas essas situações vivenciadas no meio outdoor, deu ao Jim resiliência par superar os mais diversos obstáculos.

 

E você, o que você superou hoje para conseguir alcançar ou chegar mais perto dos seus objetivos?