Visita 3D a Tumba de um Faraó!

Você já encontrou em uma tumba? Não? Então bora sair da zona de conforto sem sair de casa! 

Em tempos de pandemia, atividades virtuais tem conquistado o público de todas as idades. Com certeza não substitui nossa vida ao ar livre, mas enquanto ficar em casa for a melhor opção, vamos arrumando formas de aventurar.

Em uma campanha incrível do governo egípcio é possível visitar a tumba do faraó Ramessés VI em 3D. A campanha, cujo nome é “Experimente o Egito em casa”, é realmente impressionante. 


Vamos passear? Acesse o link e boa viagem!
Experimente o Egito em casa: Tumba do Ramessés VI em 3D 

Sugestão:

Para simular o passeio, basta ir clicando em qualquer direção para que possa ver tudo.  Então ande um pouco e pare muitas vezes. Sempre que parar, veja em volta com o dedo ou o mouse para ver detalhes. 

Na saída, mais uma surpresa! Parece mesmo que está saindo para o ar livre, no deserto. Por enquanto, vamos curtir essa vista virtual! 


Quem foi Ramessés VI

Ramessés VI foi o quinto faraó da XX dinastia egípcia que governou entre cerca de 1142 e 1135 a.C. O seu prenome foi Nebmaet-rá o que significa “Rá é senhor de Maat”.

Ramessés é o último soberano da época do Império Novo cujo nome se encontra atestado no Sinai, onde os egípcios se dirigiam para explorar as pedras preciosas

O que é um faraó

Os faraós eram os administradores máximos do Egito, cabiam a eles os cargos de chefe do exército, primeiro magistrado e sacerdote supremo.

Para completar a máquina administrativa do Império, os faraós eram auxiliados por escribas, que eram responsáveis pela burocracia; generais e oficiais do exército, encarregados das guerras; uma espécie de primeiro-ministro, chamado de Tjati, e os sacerdotes, encarregados das práticas e crenças religiosas.

Segundo a mitologia egípcia, o deus Hórus havia governado o Egito por muito tempo, só depois que se estabeleceu o primeiro governo humano, no qual o monarca era um descendente direto de Hórus.

A suposta linhagem divina tornava o faraó um ser sagrado no Egito, acreditava-se que seu sangue era composto pelos traços divinos do deus Hórus e por isso possuía o poder.

Luminárias Loop Lighting – Steampunk na moda!

Já falamos por aqui sobre o que é o estilo Steampunk que serve de inspiração para o Roberto Bicalho criar luminárias únicas e estilosas. Caso você ainda não tenha visto, clique aqui.

E mais importante que entender a etimologia da palavra ou saber exatamente o que significa esse estilo retrofuturista é entender o processo de fabricação dessas luminárias que a tornam totalmente exclusivas e benéficas para o meio ambiente.

Os materiais utilizados pela Looplighting são basicamente sucatas industriais. Ou seja, uma destinação super criativa para materiais que poderiam ir parar em lixões ou serem descartados de outras formas incorretas.

Assim, com uma reutilização sofisticada, as Luminárias Looplighting são confeccionadas de forma artesanal, com muita atenção e zelo pelo Roberto.

Para saber mais sobre o criador desses produtos lindos, diferenciados e ecologicamente corretos, acesse o site www.looplighting.com.br

O que fazer na quarentena? Veja 03 dicas!

Sair da Zona de Conforto sempre foi o nosso lema por aqui. Explorar novos lugares, esportes e atividades que nos façam sentir vivos de fato. Isso só é possível porque temos o nosso conforto e aconchego para voltar.

Nesse momento de pandemia, quarentena e isolamento social, mais do que nunca a nossa casa se tornou nosso porto seguro. E mais que uma moradia, aprendemos a ressignificar onde vivemos o real valor de um lar, como algo tão bom e importante quanto a liberdade do ir e vir.

Não está sendo fácil para ninguém. Cada um com a sua dificuldade, estamos todos passando por uma fase de grandes transformações. Todas as atuais privações e mudança são um processo muitas vezes doloroso, por isso é importante buscarmos formas de lidar com tudo isso da melhor maneira possível, sem perder a fé em dias melhores.

Nem todos os dias conseguimos vivenciar a esperança na humanidade e sua chance de fazer diferente e fazer melhor. E está tudo bem não estarmos bem o tempo todo. Por isso, resolvemos fazer uma breve lista do que tem funcionado pra gente. Vamos citar algumas coisas que tem nos ajudado a nos manter sãos em meio a tudo isso, buscando um equilíbrio entre o que podemos fazer externamente e nossas forças internas.

Esperamos com isso apoiar minimamente, para que o #fiquebem não seja apenas uma hashtag em busca de likes, mas que possamos de fato nos ajudar, com o que podemos e está ao nosso alcance.

Então, vamos as dicas de coisas para fazer em casa, para em breve podermos voltar a dar dicas de lugares para conhecer.

3 Dicas do que fazer em casa durante o isolamento social

1 – Descobrir um novo hobby: Muitas vezes, na correria do dia-a-dia não temos tempo suficiente para nos dedicarmos a coisas que gostamos. Ou temos como momentos de lazer atividades como trilhas, corridas e academia, que atualmente não podemos praticar. Por isso, precisamos fazer um novo tipo de exercício, de olhar com calma para dentro de nós mesmo e entender quais outras possibilidades temos, dentro das circunstâncias que nos foram impostas.

Para ter um novo hobby, você não precisa ser bom naquilo, precisa apenas fazer bem para você. Desenhar, colorir, escrever, cuidar de plantas, artesanato, consertar objetos (ou tentar), são apenas alguns exemplos que parecem bobos, mas que podem ajudar a manter nossa saúde mental. Aqui em casa eu estou na onda das plantas (com algumas perdas) e o marido dos consertos (com algumas falhas). E seguimos.

2 – Cuidar do seu ambiente: Aqui eu não quero falar apenas sobre faxinar uma casa, que pode ser chato, mas necessário. Além de testar formas de deixar a sua casa, seu escritório/homeoffice (para quem tem), mais acolhedor. Acredito que a maioria das pessoas que estejam podendo ficar em casa, nunca tenham passado tanto tempo dentro dessa caixinha.

No nosso caso, moramos em apartamento, então sem quintal ou varanda para desanuviar, estamos reestruturando nossos cômodos, na medida do possível, e deixando os ambientes mais a nossa cara. Focamos em ter um local para ser o nosso cantinho do refúgio. Com móveis de pallet feitos pelo marido e plantas cuidadas por mim, compramos também uma luminária feita com materiais reutilizados que tinha tudo a ver com nosso estilo para deixar uma iluminação mais intimista onde possamos relaxar.

Luminária Loop Lighting estilo Steampunk

3 – Cuidar do corpo: Não precisa se tornar musa(o) fitness para cuidar do corpo. Não precisa acompanhar aulas de personais famosos que te deixam frustada(o), nem mesmo ter uma rotina diária. Não estamos vivendo um momento fácil e uma cobrança a mais não seria muito bem vinda.

Mas, não podemos esquecer que nosso corpo é nossa casa para sempre. Antes e pós pandemia, ele estará com a gente. Por isso, minha sugestão é cuidar com carinho, sem a pressão estética, mas como um autocuidado. É uma boa oportunidade para descobrir formas de se movimentar: yoga, alongamentos, dança, pular corda… São muitas possibilidades, quem sabe vira até um hobby?

E claro, tente se alimentar bem e beba água!

Se ficar perdido na trilha, o que devo fazer?

Nota dos autores: Assim que terminar a quarentena e o isolamento social, acreditamos (e esperamos que estejamos certos!) que teremos um aumento de pessoas que vão procurar um contato maior com a natureza.  Muitas delas buscarão associar esse contato com esportes ao ar livre, como a caminhada. Por isso, consideramos importante falar sobre uma questão fundamental para quem já está se preparando para fazer um trilha: o que fazer se ficar perdido. 

Hoje vamos falar um pouco sobre esse assunto que parece ser bobo, que nunca vai acontecer, pois temos GPS, celular entre outros equipamentos que ajudam muito.

Mas devemos entender que é um risco real e que apesar da tecnologia existente, o resgate de pessoas perdidas em meio à natureza são constantes.  

Vamos fazer uma trilha no final de semana? Esse é um convite muito comum, a resposta das pessoas que gostam de “mato” é “ Sim ,claro! Quem conhece a trilha ?”

Hoje com o grande número de app de navegação as pessoas baixam a trilha e acham que estão aptas a fazê-la sem um guia preparado que conheça de fato o local.  

Existem vários tipos de “trilhas”, algumas autoguiadas, algumas com boas referências geográficas, outras com pouca ou nenhuma sinalização. Então confiar em uma avaliação feita por um desconhecido falando que a trilha é tranquila pode não ser uma boa ideia, se prepare para possíveis surpresas.

Antes de ir para uma trilha é fundamental estudar e se preparar para essa atividade. Conhecimento prévios são importantes como ler as avaliações de quem já foi, estudar as dificuldades da trilha, altimetria, temperatura.

Programar a quantidade necessária de água e alimentação, se programar para acampar ou não, avaliar se terá caminhada noturna, entre outras possibilidades. E SEMPRE montar um pequeno SGS (sistema de gestão da segurança) pensando em o que pode acontecer e como resolver esses possíveis problemas. 

Esse planejamento logístico para fazer uma trilha deve incluir também local, dia e hora de saída para trilha e também  local, dia e hora de retorno informados para algum parente, conhecido ou até mesmo na portaria de um parque por exemplo. 

Lembre-se que contratar um guia em alguns locais é obrigatório, aumentando assim sua segurança. Mas contrate um guia ou empresa que tenha conhecimento real.

A navegação é o fator decisivo de ficar perdido ou não. Wikiloc (aplicativo para celular) é excelente, mas não confie apenas nele. Tenha GPS, bússola, carta topográfica e estude a carta antes, conheça as características geográficas, pontes de referência geográficos. 


Apesar de tudo planejado fiquei perdido, o que devo fazer?

Existe várias linhas de especialistas em resgate e sobrevivência, vamos passar aqui algumas dicas que podem ajudar. 

Primeiro, se acalme, se estiver em um grupo acalme as pessoas, o efeito psíquico é um fator que deve ser tratado no início para não virar um grande problema mais para frente.  

Você avisou que horas iria voltar? Se avisou ótimo porque alguém vai perceber sua falta e deve tentar acionar um resgate. 

Faça um levantamento de comida e água, temos comida e água para quantas horas ou dias? Se necessário comece imediatamente um racionamento e procure outra fonte de alimento. Cada resgate tem suas peculiaridades e pode demorar horas ou dias.

Seu planejamento foi correto? Então deve ter um kit de emergência, com apito, cobertor de emergência, faca, fonte de calor etc etc .

Procure um local seguro que consiga ficar esperando o resgate se for passar a noite faça um abrigo. Pense em hipotermia (frio) dependendo da região ou uma hipertermia (calor excessivo). 

Se pergunte: “Consigo voltar pelo caminho que fiz ? Tenho alguma marca no caminho que me dê certeza que foi por onde passei?” Mas aí pode surgir a maior dúvida: “Vou explorar ou tentar voltar faça marcações visíveis para evitar que fique ainda mais perdido?”.

Se estiver em grupo combine tempo para explorar e voltar para o ponto de encontro, não corra o risco de separar o grupo. “Ninguém fica pra traz” não abandona ninguém.  A separação de um grupo deve ser feita em último caso, como por exemplo se precisar deslocar para conseguir atendimento para um membro do grupo com machucado.

E uma última dica para o caso de optar deslocar:  Não deixe mochila ou equipamento para trás pensando que vai ficar mais leve, você pode precisar muito deste material.

Mais do que nunca pensar como equipe é fundamental, sejam essas pessoas da sua família, amigos ou apenas conhecidos. Somos responsáveis por nossa segurança e de todos os integrantes de nossa equipe, pensa muito antes de agir. Não tome decisões sem pensar nas consequências e discutir com o grupo. 

Rapel em BH para iniciantes, o que preciso saber?

Começar a praticar rapel é incrível. Traz uma sensação de autoconfiança e liberdade que valem cada frio na barriga. Mas, para chegar a esse momento de pura emoção, é o lado racional que fala mais alto e muitas coisas passam pela cabeça de quem está iniciando no rapel.

Alguns questionamentos comuns de quem nunca fez rapel são de pensar se é realmente seguro, como saber que não vai cair, como conseguir descer pela primeira vez. E se errar, o que acontece?

Estar pendurado a uma corda pode parecer loucura para quem não conhece essa atividade. Ter a sensação de estar com a sua vida por um fio (ou por uma corda!) parece realmente insanidade.

Mas, para quem está disposto a superar o medo e se aventurar no rappel, temos uma boa notícia: É seguro e você consegue.  Mas para isso, primeiro é preciso entender o que é o rapel e como exatamente funciona essa descida em corda.

Vamos explicar um pouquinho mais sobre o que é rapel e como podemos ter certeza da sua segurança, para que seja um momento de diversão e adrenalina.

Rappel é uma palavra que em francês quer dizer “chamar” ou “recuperar” e foi usada para batizar a técnica de descida por cordas.

Aqui no Brasil a técnica se popularizou devido a espeleologia, que é a ciência que estuda as cavernas (também chamadas de grutas). Dentro da espeleologia o rapel é usado nas cavernas que possuem desnível vertical.

O rapel em si é uma atividade muito simples: uma corda pendura para uma pessoa deslizar utilizando um freio (geralmente o freio oito), um capacete, cadeirinha, mosquetão e luva.

Mas, além da técnica correta para que o rapel seja seguro, existem outras questões que precisam ser analisadas.

Leia mais:

Para sermos breves, apenas algumas questões que requerem atenção são: O ponto de ancoragem (onde a corda será presa); a qualidade do equipamento de rapel, seu tempo de uso e a forma de armazenamento e manuseio; a experiência e cuidado para montar a via de rapel de forma segura.

Para quem está começando, é importante também ficar atento ao nível de conhecimento do instrutor que irá fazer todo esse preparo para a realização da prática de descenso (descida).

Qualquer pequena negligência pode acabar com toda a diversão e causar acidente de vários níveis, inclusive fatal.   

Outra preocupação de quem nunca praticou rapel costuma ser a falha de equipamento. O medo da corda arrebentar, ou de não conseguir frear.

Por isso, é fundamental ficar atento ao que falamos anteriormente e buscar por uma empresa que te dê o respaldo da segurança dos equipamentos de rapel.

Quando guardados de forma correta, dentro do prazo de validade ou de tempo de uso sugerido pelo fabricante e utilizados da forma correta, essa chance é bem próxima de zero.

Além disso, para práticas de rapel por diversão, é sempre recomendado ter uma pessoa com experiência para “dar a segurança”. Isso quer dizer que, em caso de falha humana ao frear (o freio que não é auto blocante, como por exemplo o freio oito de rapel) seja por inexperiência, nervosismo, erros ou outros fatores, essa pessoa irá frear o praticante que está na corda, evitando o risco de queda.

Resumindo:

Apesar do rapel não ser reconhecido como um esporte, é importante buscar por grupos, instrutores e empresas que façam a prática por lazer e ensinem de forma segura outras pessoas que se interessam.

Toda atividade radical, seja o rapel, tirolesa, arvorismo ou outras, tem risco. Mas para todo risco há uma forma de evitá-lo ou amenizá-lo. Por isso, mesmo na diversão é necessário ter responsabilidade e sempre lembrar que nada vale mais que a nossa vida.

Os riscos podem e devem ser calculados para que em caso de incidentes já exista uma solução prévia para que seja apenas uma pausa na brincadeira e não o final.

Lembre-se que “um avião não caiu por um motivo e sim por um conjunto de falhas e negligências” essa é a mesma ideia para o rapel, acidente não acontece por um motivo e sim uma seria de erros.

Crie o Impossível 2019

Crie o impossível 2019 foi um daqueles eventos que quem foi, nunca vai esquecer. 10 mil alunos de escola públicas de Belo Horizonte e região metropolitana lotaram arquibancada norte do Estádio do Mineirão para ouvir e ver que é possível sim ter um futuro melhor. 

Sobre o evento:

O Crie tem como objetivo despertar sonhos e abrir perspectivas para os jovens estudantes do ensino médio de escolas públicas de Belo Horizonte.

Para isso uma equipe de empreendedores, sonhadores e realizadores que por meio de suas histórias mostram que é possível empreender sua própria história e cria o (im)possível.

Quem palestrou:

Ludmila Ximenes,  Gerente de Relações Institucionais do Mineirão,

Renê Silva, Empreendedor do Complexo do Alemão; 

Leo Farah, Capitão do Corpo de Bombeiros; 

Kdu dos Anjos, Fundador do centro cultural “Lá da Favelinha”; 

Dandara Elias, Fundadora do “Todo Black é Power”; 

Wagner Espeschit, Médico Cirurgião e Empreendedor; e 

Guilherme Menezes, Co-fundador do Embaixadores da Educação.

Farah, capitão do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais fala um pouco da parceria da NEREA com ele e com o Crie o Impossível 

“Esse ano realizamos a segunda edição do crie o impossível, que é o maior evento de impacto social  para escolas públicas de empreendedorismo do Brasil. Mais uma vez pudemos contar com a equipe Nerea para montar a famosa tirolesa e uma rota de rapel.

O rapel foi uma ideia para chegar de forma impactante, fazendo uma demonstração para o alunos e a tirolesa é algo fantástico por ser uma atividade que os próprios estudantes têm que vencer muitas vezes  o medo de altura e se arriscar, se jogar e se divertir.

Contamos muito com as pessoas que realmente estão lá para doar um pouco do seu tempo, para doar um pouco da experiência do que sabem fazer de melhor. No caso da Nerea os esportes de aventura.

Isto faz a diferença na vida de cada um desses alunos de escola pública. Muitos deles jamais poderiam vivenciar essa experiência. Isso ajuda a cumprir nosso objetivo de impactar a vida desses jovens que um dia farão a mudança no nosso mundo ” 

Tirolesa e Rapel Nerea no Mineirão

A Nerea foi responsável novamente pela montagem e operação da tirolesa de 120 metros de comprimento que saia da arquibancada e terminava dentro do campo

E esse ano a Nerea teve privilégio de montar a rota de rapel para o Farah chegar para fazer a sua excelente palestra!  O rapel iniciou na cobertura do Mineirão e terminou na arquibancada. Uma chegada triunfal e única deixando todos ainda mais impressionados com a grandeza do evento.  

O rapel no Mineirão, teve aproximadamente 50 metros de altura. Todas as questões de segurança foram tomadas. Um exemplo são os EPI’s utilizados, Capacete, luva de rapel, cadeirinha de rapel, mosquetão e freio oito de rapel, todos certificados e em bom estado de conservação.

Os mesmos cuidados são tomados na montagem e operação da tirolesa, que mais uma vez foi um sucesso.

É o que sempre dizemos: Tirolesa no Mineirão não é para loucos, é para poucos! Mas não foram tão poucos assim. Ao todo, quase 100 descidas de tirolesa garantiram muita adrenalina para os alunos que participaram.

Trabalhamos com oito monitores treinados e capacitados pela Nerea. Pensando ainda na total segurança de todos, utilizamos equipamentos de qualidade e certificados.

Veja mais depoimentos de quem planejou e de quem participou desse dia tão especial

Vamos começar por um grande pelo João Guilherme, Diretor da Faculdade Arnaldo, uma grande apoiadora do evento.

“A participação da Nerea no Evento Crie o impossível é única. Torna possível proporcionar uma experiência diferente e com muita segurança. Contar com uma equipe que realmente entende do assunto, leva para o evento algo diferente, mas ao mesmo tempo uma situação com total controle.

 O Crie O Impossível é um evento voltado para alunos do ensino médio da rede pública de BH e algumas cidades da região metropolitana. Tem por objetivo mostrar para esses alunos que o futuro deles também está na mão deles, não podem ficar só esperando algo sem realmente tentar fazer algo por si próprio.

O evento leva palestrantes que dão TED’s, que são palestras curtas, de pessoas que tem uma experiência profissional de sucesso, e que vieram que de uma condição socioeconômica também um pouco mais baixa. Apresenta histórias de pessoas comuns que sobrepuseram na vida pela sua vontade própria, por empreendedorismo, por acreditar nos seus sonhos.

A Faculdade Arnaldo acredita muito no projeto porque acreditamos que somente através da educação de qualidade aliada a força de vontade dos alunos que está recebendo essa educação é que vamos conseguir mudar o mundo. 

https://www.faculdadearnaldo.com.br/




O coordenador da tirolesa Nerea também contou um pouquinho da sensação de fazer parte desse projeto desde sua primeira edição:

“Para nós da Nerea participar pela segunda vez do Crie o Impossível é muito importante, vimos o projeto nascer e acreditamos muito nele. Acreditamos que podemos sim criar o (im)possível e mostrar para esses jovens que existe várias possibilidades boas em seu futuro.

A tirolesa é uma atividade inclusiva, nesse ano tivemos pessoas com deficiência se divertindo com a tirolesa.  Um deles, que não possui o sentido da visão, teve o prazer de sentir o vento em seu rosto e o frio em sua barriga.

O Palestrante da Faculdade Arnaldo, Walisson, atleta e um Ironman, chegou de tirolesa para sua palestra.

Assim como ele superou mais esse desafio, várias pessoas que tinham medo também superaram e amaram. São momentos únicos para os praticantes e para nós também, que venha 2020″ 

Por fim, vamos ver também o que dois monitores da Nerea, que operaram a tirolesa durante o evento, disseram sobre o evento:

“O Crie o impossível é incrível. Fazer parte da equipe Nerea nesse momento, que se mostrou unida, organizada e eficiente foi um prazer”, disse Walisson

“A ideia dos organizadores do Crie o Impossível é excelente, trazendo de forma descontraída a pauta da possibilidade de um futuro melhor para adolescentes de baixa renda. A tirolesa foi a uma das maiores atrações na minha visão, e a equipe em geral soube desempenhar um excelente trabalho”, completou Nicolas.

O Crie o Impossível é realizado pela ONG Embaixadores da Educação. Acesse  www.crieoimpossivel.com.br para conhecer mais e ser um apoiador deste projeto inovador e de extrema importância.