Peru além de Machu Picchu

Um dos destinos mais famosos da América Latina é Machu Picchu, que está localizado no Peru e foi o destino da viagem do empresário Márcio Andrade do Vale e sua esposa, Cecília Luciana Resende.

Apesar do destino principal ser o sítio arqueológico mais conhecido da civilização Inca, ele conta que o país como um todo chamou muito atenção:

Não escolhemos apenas Machu Picchu e sim o país(Peru), pois possui uma natureza exuberante, além dos diversos sítios arqueológicos Incas, como: Qorikancha, Sacsayhua, Q’Engo, Puka Pukara, Tambomachay, Ollantaytambo e é claro o principal e maior que é Machu Picchu.

 


 

Machu Picchu

Para quem não conhece a cidade perdida dos Incas mais famosa do mundo, Machu Picchu é um sítio arqueológico que foi construído no século XV. Por ser mundialmente conhecido e historicamente importante, o local é considerado Patrimônio Mundial da UNESCO.

Por ter sido encontrada apenas em 1911, o local se deteriorou muito e apenas 30% das construções estão em seu formato original. Bem organizada e dividida em área agrícola e área urbana, a qualidade das estruturas mostram um pouco da capacidade do Povo Inca.

Segundo a história da civilização, Machu Picchu foi planejada para a passagem do Deus do Sol.

Márcio fala que a aclimatação em relação a altitude aconteceu antes de Machu Picchu e em um ponto mais alto, então não teve problemas em relação a isso:

Desembarcamos em Cusco que tem uma altitude um pouco maior que Machu Picchu. Cusco tem 3399m(Machu Picchu está a 2400 metros de altura), onde ficamos por dois dias para aclimatação e após seguimos para a região de Puno(Lago Titicaca) que tem 3827m. Durante o percurso alcançamos uma altitude de 4300 metros, nos limites entre as regiões de Cusco e Puno. Com isso fomos nos aclimatando aos poucos e quando chegamos na região de Machu Picchu, ja estávamos bem aclimatados com a altitude e não tivemos nenhum problema com ela.

 

Para auxiliar na aclimatação é necessário se adaptar ao clima local, temperatura e afins, para isso, Márcio, que é montanhista de longa data, já está ciente e conta como montou a sua checklit:

Como em toda viagem para regiões montanhosas e frias, o ideal é sempre estudar bem o clima e temperaturas da época em que se vai visitar. No Peru por sua vez no final do mês de maio iríamos precisar de muitas roupas de inverno.

Com isso nos preparamos com uma boa segunda pele, agasalhos 3 em 1, calças windstopper, luvas, gorros e meias térmicas. Isso para nos garantir um mínimo de conforto durante nossas idas e vindas pelo país.

 

Falando agora em logística de viagem, Márcio contou com o exímio planejamento da esposa Cecília para não perder tempo:

Toda logística foi feita por minha esposa Cecília. Como iríamos visitar diversas regiões do país antes de irmos para Machu Picchu, foi preciso pensar em cada detalhe para que não perdêssemos tempo em deslocamento de uma região para outra, e que também não sentíssemos tanto a altitude.

Logística essa muito bem elaborada por ela, e quando chegou a vez de irmos para Machu Picchu não foi diferente, tudo se encaixou perfeitamente no tempo de cada atividade. Juntos decidimos passar uma noite na cidade de Ollantaytambo, que é a única cidade da era Inca no Peru ainda habitada.

Em seus palácios vivem os descendentes das casas nobres cusquenhas. E de lá se pega o Trem para Machu Picchu Pueblo ou Machupicchu, também conhecido como Aguas Calientes. É uma cidade no Peru às margens do rio Urubamba, cujo nome em quéchua é Machu Pikchu. De lá se pega os ônibus para o sítio arqueológico de Machu Picchu, onde se fazem as visitas nas antigas ruínas deixadas pelos povos Incas. Realmente um passeio incrível.

 

Para aqueles que pretendem ir ao país cusquenho, a dica do Márcio é não se limitar à Machu Picchu:

A dica para quem vai visitar Machu Picchu é que se programem para ir conhecer como nós, os diversos parques arqueológicos Incas e deixar Machu Picchu por último para que então possam conhecer ao máximo as diversas formas de vida, trabalho e cultura dos povos Incas.

Outra dica é que façam o esquema de levar uma mochila grande com tudo o que vai precisar no Peru, sempre deixando-a no hotel em Cusco, para onde sempre retornamos de nossas viagens por lá. De lá sempre seguíamos as viagens com mochilas pequenas de 26 a 30 litros em média, pois a maioria dos passeios são de 1 a 2 dias e não justifica ficar carregando grandes mochilas por todo canto. Os hotéis estão acostumados a guardar essas mochilas durante o tempo que você vai estar fora de Cusco.

 

E para finalizar, Márcio contou para a gente o que ele achou da viagem:

Sensacional, com certeza um dos lugares mais incríveis que conhecemos. As cores, energia e sorrisos são o que de fato definem o Peru que luta para manter viva a cultura milenar dos Incas. A perseverança do seu povo encontra-se em cada detalhe do artesanato colorido, na música típica andina, nos costumes culturais e na diversidade gastronômica daquele país.

As paisagens deslumbrantes que mais parecem ter saído de quadros pintados por renomados artistas deixam os turistas extasiados com tamanha beleza como no Lago Titicaca, onde os azuis do céu e do lago se confundem no horizonte. Os picos que parecem ser pintados de branco ao fundo das belíssimas montanhas.

A intensidade do verde das Florestas, os rios caudalosos cheios de corredeiras que vemos percorrer todo Peru são de tirar o fôlego de quem ama e admira a natureza.

 

Quem aí já foi ao país está convidado a deixar dicas nos comentários para ajudar aqueles que querem realizar esse sonho!

Chile – O Destino para qualquer viajante

Quer um destino que te permite esquiar, ir na praia e visitar um deserto? Então vamos te mostrar o porque o Chile é o país ideal para você visitar.

O país localizado no litoral oeste da América do Sul, abriga belezas extraordinárias e permite experiências únicas.

Além de ser banhado pelo oceano pacífico, o Chile ainda conta com a cordilheira dos Andes, permitindo aventuras a níveis do mar ou aventuras na altitude.

Vamos citar algumas atividades variadas que você pode fazer caso o seu destino seja o Chile.

 

Vina del Mar

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Para quem gosta de praia, temos a Vina del Mar, destino muito frequente para os viajantes e até mesmo para os locais, principalmente nos dias mais quentes do ano.

Parecida com a Orla de Copacabana com calçadão, avenida movimentada e uma vida noturna bem agitada a Vina del Mar fica lotada durante o verão.

 

Estações de Esqui

Não gosta de lugares quentes? Tudo bem, no Chile você consegue visitar e até esquiar no Valle Nevado, local onde está localizado as principais estações de esqui.

O lugar oferece hospedagem e infra estrutura completa para turistas. Além do Valle Nevado, o turista ainda pode optar pelo Portillo ou Corralco.

Nos dois últimos, o turista vai esquiar em meio a grandes formações rochosas e perto da encosta de um vulcão Loquimay.

 

Deserto do Atacama

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O país latino americano também oferece um conhecido deserto, o Deserto do Atacama.

Para quem gosta de um cenário mais parecido com filmes de ficção, o lugar é ideal. No Atacama, os principais roteiros são o Valle de la Muerte, Valle de la Luna e os Gêiseres de El Tatio.

Para fechar com chave de ouro, os turistas são recompensados com paisagens extraordinárias.

 

Parques Nacionais

Torres del Paine e Nacional Lauca, dois parques nacionais que merecem a atenção dos turistas, o primeiro é focado mais no trekking, o segundo é voltado para os amantes de veículos 4×4.

Trilhas, horizonte exuberante e lagos cristalinos também deixam a marca registrada nos parques.

 

Ilha de Páscoa

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Para aquele turista que adora teorias da conspiração, temos a Ilha de Páscoa, que fica isolada no oceano pacífico, mas pertence ao Chile.

Para se chegar até lá, é necessário pegar um voo que pode durar 15 horas, porém vale demais o passeio.

Além das esculturas, denominadas moais, há um horizonte litorâneo ímpar no lugar. Sobre as esculturas, algumas podem possuir 10 metros de altura e foram esculpidas em pedra vulcânica.

Para deixar a viagem ainda mais alucinante, é possível admirar a vista do vulcão Rano Kau.

 

Viram como o Chile possui uma variedade de destinos? É possível fazer de tudo no país sulamericano, basta se organizar direitinho e aproveitar o passeio.

Você aí que já foi para o Chile, conta para a gente se já visitou algum desses lugares e se gostou do país.

LAVRAS NOVAS: A CIDADE PARA VISITAR SEMPRE!

 

O distrito de Lavras Novas, localizado a 120 Km de Belo Horizonte e 17 Km de Ouro Preto, é um lugar ideal para descansar durante os finais de semana e feriados prolongados. O distrito tem uma pegada histórica, semelhante aos demais municípios do interior mineiro.

Com 1500 habitantes, a origem do distrito divide em duas histórias. Algumas pessoas acreditam que a cidade começou de um quilombo de escravos que fugiram de Ouro Preto, porém outras acreditam que o lugar possuía uma reserva aurífera imensa, com isso a concentração de escravos era grande.

Com o passar do tempo, o ouro foi acabando e os escravos foram abandonados pelos seus chefes, criando o distrito de Lavras Novas.

Independente da história, Lavras Novas é um lugar que há uma grande circulação de turistas, principalmente vindo da capital da terra do pão de queijo. Há turistas de primeira viagem, porém há muitos que estão visitando o lugar terceira vez, como é o caso da Rafaela Vidotti e seu namorado Saulo Henrique.

 

Leia também:

Off Road: O que fazer em Lavras Novas – MG

Ela e o namorado já foram três vezes para a cidade e contou que viveu experiências diferentes nas vezes que visitou Lavras Novas:

Primeira ida a Lavras Novas – Andamos de quadriciclo nos passeios principais, restaurantes mais caros. Lindo, mas cômodo.

 

Na segunda vez, conhecemos mais a comida local, passeio um pouco mais diferente indo a Santo Antonio do Salto.

 

Agora a terceira vez, resolvemos ir a pé, para curtir melhor a paisagem e ficamos muito surpresos com o que encontramos, comida mantivemos as locais e passamos no supermercado antes de ir. Bom e econômico.

 Rafaela descreveu a rotina nos dias em que ficou em Lavras Novas, dando dicas de como aproveitar melhor os passeios:

Primeiro dia: Cachoeira do Pocinho, pouco conhecida, pois só é possível ir a pé, mas existem placas que indicam uma das trilhas até ela.

 

Recomendamos ir pela trilha do final da rua da fonte(pausa importante para encher a garrafa de água natural de graça), a trilha é pela mata um pouco mais fechada(o que torna o caminho fresco em dias quentes), quase lá chega em um campo aberto, o tempo total é de 40 minutos, ida e volta.

 

A cachoeira tem vários pocinhos com diferentes quedas de água, alguns mais fundos sendo ideal para um mergulho e refrescar da caminhada.

 

No segundo dia de passeio, a curiosidade da Rafaela fez com que surpresas aparecessem no caminho:

No segundo dia: Essa foi uma grande surpresa, seguimos a trilha que indica o mirante(no final da cidade), fomos até ele, porém na volta, resolvemos dar mais atenção após uma ponte que passamos na ida.

 

 

Passando por essa pequena ponte(fique atento), sentido o curso da água observe uma trilha a esquerda. Nela você consegue chegar a primeira queda dessa água que passa debaixo da ponte, se quiser ficar ainda mais surpreso, uma trilha seguindo a queda d’água você se depara com uma paisagem, que com toda certeza, ganha das cachoeiras (três pingos e namorados).

Vocês que já foram para Lavras Novas, qual a sua opinião sobre o distrito? Vale a pena visitar várias vezes?

 

Conheça o rapel realizado dentro de um vulcão

A 2 mil quilômetros do litoral da Austrália uma exuberante vegetação toma conta, praias de areia preta, mata com vegetação densa e, pasmem, nove vulcões ativos, que podem entrar em erupção a qualquer momento.

Muito assustador morar e até chegar perto dessa região não é mesmo? Sim, mas só para algumas pessoas, para aquelas que adoram a adrenalina correndo plena pelo o corpo é um excelente lugar para praticar rapel!

Sim, vocês não leram errado, há pessoas praticando rapel na boca de um vulcão ativo.

 

O que é rapel?

Antes de descobrirmos o que se passa dentro de uma descida de rapel na boca de um vulcão ativo, vamos conhecer a prática.

É uma descensão, usada muitas vezes para superar grandes alturas sem muitos riscos, além de ser uma prática comumente usada por militares, seja eles bombeiros ou soldados do exército, para resgate de pessoas e animais, principalmente quando envolve áreas remotas.

O rapel é praticado com diversos equipamentos que estão ali para garantir segurança e conforto para o praticante. A origem dessa prática vem de técnicas usadas para o alpinismo.

Geralmente é praticada em grupo, onde cada um que está envolvido na descida deve se preocupar com o seu companheiro.

 

Rapel no Vulcão Marum

O vulcão Marum, que está localizado em uma ilha deserta no arquipélago de de Vanuatu, no Oceano Pacífico, proporciona para os mais corajosos praticantes de rapel uma descida impressionante.

Essa descida fervente consiste em entrar até 400 m para dentro de um vulcão que pode entrar em erupção a qualquer momento.

Para essa prática, dependendo da distância que você pretende descer, é necessário usar uma roupa especial que consiga suportar cerca de 1200 graus Celsius.

Em 2014, o repórter global  Clayton Conservni, conhecido por suas matérias em ambientes outdoor, realizou a descida no vulcão.

Em 2017, os exploradores Geoff Mackley e Chris Horsly, realizaram a descida com um drone do Google Street View, graças  isso, a visão de dentro do vulcão pode ser contemplada pela tela do computador.

 

Equipamentos Utilizados

Os equipamentos usados nessa descida resistem a corrosão e ao calor extremo, já que dentro de um vulcão as temperaturas são elevadíssimas e há uma alta liberação de enxofre e outros gases.

 

E aí, você teriam coragem de encarar uma descida de 400 metros para dentro de um vulcão?

Five Deeps a expedição realizada no fundo do oceano

O fundo dos oceanos ainda é bem desconhecido, devido a dificuldade de chegar até o local. Para servir de comparação, o homem conhece mais a lua do que o fundo dos mares.

A pressão exercida em cima do corpo e dos equipamentos usados para chegar até o local é a principal barreira para realizar expedições nas profundezas.

No entanto, o explorador Victor Vescovo decidiu desafiar os 5 pontos mais profundos de cada oceano com a expedição Five Deeps.

Essa expedição já rendeu ao Victor o recorde de mergulho mais profundo de todos, durante a excursão para a Fossa das Marianas, além disso, na fossa o explorador encontrou novas espécies e, pasmem, plástico, sim, a destruição do ser humano está chegando no lugar mais fundo do mundo(11.034 metros).

 

Five Deeps

É a primeira expedição criada com o objetivo de desafiar os 5 pontos mais profundos de cada oceano: A fossa de Porto Rico(Atlântico), Sul de Sandwich(Austral), Java Trench(Índico), Fossa das Marianas(Pacífico) e Molloy Deep(Ártico).

Um detalhe importante é que a expedição será feita em 11 meses.

O primeiro mergulho foi na Fossa de Porto Rico, que possui 8.376 metros de profundidade, com esse mergulho, Victor se tornou o primeiro homem a mergulhar no ponto mais fundo do Atlântico.

Esse primeiro mergulho foi realizado no mês de dezembro de 2018.

Saindo do oceano Atlântico e indo para o oceano Austral(Atlântico Sul), a 7.434 metros de profundidade, Victor encarou o Sul de Sandwich no mês de fevereirode 2019. Depois o destino foi o Java Trench, de 7.192 metros, no Oceano Índico, esse mergulho foi realizado no mês de abril de 2019.

Agora, finalmente o mergulho mais difícil, afinal de contas estamos falando da fossa das marianas, o lugar mais profundo do mundo. Estamos falando de mais de 10 km de profundidade.

Esse mergulho foi realizado em maio e, como dito anteriormente, concedeu ao Victor o recorde de mergulho mais fundo de todos.

A próxima e última parada será no oceano Ártico, a 5.573 metros de profundidade, em agosto. Molloy Deep está localizado no mar da Groenlândia.

 

Vocês teriam coragem de realizar esses mergulhos? O que acham dessa expedição, será que ela pode ser a porta de entrada para começarmos as pesquisas nos lugares mais fundos do mundo?

O que mais você tem curiosidades de saber sobre o fundo do oceano?

Teleférico no Kilimanjaro e polêmica, entenda

O governo da Tanzânia, berço do Monte Kilimanjaro, anunciou que vai construir um teleférico que vai ligar a base até o topo do maior monte da África e isso gerou revolta por parte de algumas classes, que serão diretamente afetadas pela construção do teleférico.

 

Kilimanjaro

Considerado o maior monte da África com 5.895 metros de altitude, o Kilimanjaro possui uma média de 50.000 visitantes por ano.

Kilimanjaro ergueu-se no meio de uma planície, com isso, o visual plano tomado por um gigante de rocha é único. Antigamente, o monte era um vulcão, hoje desativado o topo é coberto de neve.

O Kilimanjaro está na lista Seven Summits, que engloba os maiores montes de cada continente, não os maiores do mundo.

 

Seven Summits

Ao contrário do que muitos pensam, a lista Seven Summits está os montes mais altos de cada continente, não do mundo.

No entanto, a lista sofre contradições, pois há três versões:

  • Everest, Aconcagua, Denali, Kilimanjaro, Elbrus, Kosciusko e Vinson
  • Everest, Aconcagua, Denali, Kilimanjaro, Elbrus, Puncak Jaya e Vinson
  • Everest, Aconcagua, Denali, Kilimanjaro, Mont Blanc, Kosciuszko e Vinson

Agora que já conhecemos um pouco mais sobre o Kilimanjaro e o fato deles estar na Seven Summits, vamos para a polêmica.

 

Construção do teleférico e polêmica

A principal fonte de renda da Tanzânia é o turismo ligado aos safáris e ao Kilimanjaro, como citado no início do texto, só o monte recebe cerca de 50.000 visitantes.

Então, para ajudar a fomentar o turismo, as autoridades querem a construção de um teleférico,  já que com o transporte, a estimativa é que o número de visitantes anuais dobre, indo para 100.000.

Porém, enquanto o governo está rindo à toa, há um furdunço em algumas comunidades alegando que com o teleférico a essência do monte vai sumir, pois as pessoas vão parar de subir da maneira tradicional.

Além disso, cada subida emprega cerca de 15 pessoas desde guias a cozinheiros, com o teleférico, essas pessoas correm o risco de perderem o emprego.

 

Mesmo com bastante revolta o teleférico está próximo de ser concretizado, qual a sua opinião a respeito de um transporte ligando a base até o topo? Você subiria o monte Kilimanjaro pela maneira tradicional ou usaria o bondinho para chegar lá em cima ”tirar onda” e descer?