Tour de um dia por Lisboa, o que fazer?

Nota dos autores: Essa viagem foi realizada antes da pandemia pelo Covid-19. Resolvemos esperar um pouco para fazer a postagem, mas acreditamos que muitas pessoas também sonham com essa viagem. Por isso, resolvemos fazer os posts sobre nossos dias na Europa como um incentivo para quem está planejando esse passeio e também como um respiro de esperança de que #vaipassar.

Nossa primeira viagem para Europa!

Esse é o primeiro texto de uma série sobre a nossa viagem para Portugal e Itália. Já vou começar o texto com uma dica muito importante, sobre a programação da sua viagem.

Chegamos em Portugal de manhã bem cedo, após viajarmos a noite toda. Quando fizemos a reserva do hotel, no auge da empolgação e querendo fazer de forma que conseguíssemos aproveitar o máximo de dias possíveis sem onerar muito, fizemos a reserva iniciando no dia em que chegamos.

Como padrão de grande parte dos hotéis, isso quer dizer que o nosso check-in só poderia ser feito às 14 horas. Por mais que estivéssemos animados, ter a comodidade de tomar um banho e trocar de roupa seria realmente muito bom e valeria o valor a mais.

Mas, como só percebemos isso quando estávamos abrindo nossas malas no saguão do hotel para pegar alguns acessórios a mais de frio e sem a opção de um breve descanso, o jeito foi iniciar nossas andanças de imediato.

Ficamos hospedados ao lado do Parque Marques de Pombal. A localização foi excelente, bem próximo ao metrô e ao lado de uma vila de Natal que estava montada no parque.

O que fazer em um dia por Lisboa

Pegamos o metrô e fomos para a Praça do Comércio, lugar que passamos algumas vezes ao longo dos dias. Mas cada passada valia uma pausa para apreciar ao redor.

A praça fica localizada às margens do Rio Tejo. É enorme e possui alguns restaurantes e comércio ao redor. Bem ao centro há uma estátua de Dom José I. Saindo da praça pelo seu centro, há o Arco da Rua Augusta, logo na entrada dessa rua conhecida pelo comércio e mais restaurantes.

Comemos nosso primeiro bolinho de bacalhau e fizemos o primeiro passeio turístico, subindo o elevador de Santa Justa que faz uma ligação entre a baixa Lisboa e o Chiado.

A fila para subir estava bem grandinha e o valor para subir (com a descida inclusa opcional) não é dos mais baratos. Da parte superior há uma vista de parte de Lisboa, considerado por muitos uma das mais bonitas da cidade, mas confesso que não repetiria essa parte do roteiro.

De lá, retornamos para a praça, pegamos um elétrico e fomos até o Castelo de São Jorge. O trajeto já foi uma aventura a parte, utilizando um meio de transporte já em desuso, sentimos como se entrássemos em um túnel do tempo. Saiba mais sobre o elétrico de Lisboa clicando aqui.

E indo mais longe nesse túnel do tempo, ao chegar em nosso destino, essa estrutura tão diferente do que já tínhamos visto, foi um marco para entender que estava vendo de perto uma cultura tão antiga, comparada com o Brasil, e cheia de história. As primeiras fortalezas desse castelo foram construídas no século I A.C. Para quem gosta de vistas panorâmicas é imperdível.

Já no final da tarde, voltamos para a Praça do Comércio a pé, para curtirmos as ruelas, igrejas e atrações pelo caminho.

Ao chegar, fomos comer no Museu da Cerveja para fechar o dia com chave de ouro. É uma opção mais cara, mas vale a pena ir! Restaurante tradicional de Lisboa, possui um ambiente aconchegante, cardápio variado ( optamos pela cerveja artesanal e bolinhos de bacalhau), além de um ótimo atendimento.

Já exaustos, mas felizes e realizados, retornamos de metrô para descansarmos e nos prepararmos para a aventura do dia seguinte: Conhecer a famosa Torre de Belém!

Se ficar perdido na trilha, o que devo fazer?

Nota dos autores: Assim que terminar a quarentena e o isolamento social, acreditamos (e esperamos que estejamos certos!) que teremos um aumento de pessoas que vão procurar um contato maior com a natureza.  Muitas delas buscarão associar esse contato com esportes ao ar livre, como a caminhada. Por isso, consideramos importante falar sobre uma questão fundamental para quem já está se preparando para fazer um trilha: o que fazer se ficar perdido. 

Hoje vamos falar um pouco sobre esse assunto que parece ser bobo, que nunca vai acontecer, pois temos GPS, celular entre outros equipamentos que ajudam muito.

Mas devemos entender que é um risco real e que apesar da tecnologia existente, o resgate de pessoas perdidas em meio à natureza são constantes.  

Vamos fazer uma trilha no final de semana? Esse é um convite muito comum, a resposta das pessoas que gostam de “mato” é “ Sim ,claro! Quem conhece a trilha ?”

Hoje com o grande número de app de navegação as pessoas baixam a trilha e acham que estão aptas a fazê-la sem um guia preparado que conheça de fato o local.  

Existem vários tipos de “trilhas”, algumas autoguiadas, algumas com boas referências geográficas, outras com pouca ou nenhuma sinalização. Então confiar em uma avaliação feita por um desconhecido falando que a trilha é tranquila pode não ser uma boa ideia, se prepare para possíveis surpresas.

Antes de ir para uma trilha é fundamental estudar e se preparar para essa atividade. Conhecimento prévios são importantes como ler as avaliações de quem já foi, estudar as dificuldades da trilha, altimetria, temperatura.

Programar a quantidade necessária de água e alimentação, se programar para acampar ou não, avaliar se terá caminhada noturna, entre outras possibilidades. E SEMPRE montar um pequeno SGS (sistema de gestão da segurança) pensando em o que pode acontecer e como resolver esses possíveis problemas. 

Esse planejamento logístico para fazer uma trilha deve incluir também local, dia e hora de saída para trilha e também  local, dia e hora de retorno informados para algum parente, conhecido ou até mesmo na portaria de um parque por exemplo. 

Lembre-se que contratar um guia em alguns locais é obrigatório, aumentando assim sua segurança. Mas contrate um guia ou empresa que tenha conhecimento real.

A navegação é o fator decisivo de ficar perdido ou não. Wikiloc (aplicativo para celular) é excelente, mas não confie apenas nele. Tenha GPS, bússola, carta topográfica e estude a carta antes, conheça as características geográficas, pontes de referência geográficos. 


Apesar de tudo planejado fiquei perdido, o que devo fazer?

Existe várias linhas de especialistas em resgate e sobrevivência, vamos passar aqui algumas dicas que podem ajudar. 

Primeiro, se acalme, se estiver em um grupo acalme as pessoas, o efeito psíquico é um fator que deve ser tratado no início para não virar um grande problema mais para frente.  

Você avisou que horas iria voltar? Se avisou ótimo porque alguém vai perceber sua falta e deve tentar acionar um resgate. 

Faça um levantamento de comida e água, temos comida e água para quantas horas ou dias? Se necessário comece imediatamente um racionamento e procure outra fonte de alimento. Cada resgate tem suas peculiaridades e pode demorar horas ou dias.

Seu planejamento foi correto? Então deve ter um kit de emergência, com apito, cobertor de emergência, faca, fonte de calor etc etc .

Procure um local seguro que consiga ficar esperando o resgate se for passar a noite faça um abrigo. Pense em hipotermia (frio) dependendo da região ou uma hipertermia (calor excessivo). 

Se pergunte: “Consigo voltar pelo caminho que fiz ? Tenho alguma marca no caminho que me dê certeza que foi por onde passei?” Mas aí pode surgir a maior dúvida: “Vou explorar ou tentar voltar faça marcações visíveis para evitar que fique ainda mais perdido?”.

Se estiver em grupo combine tempo para explorar e voltar para o ponto de encontro, não corra o risco de separar o grupo. “Ninguém fica pra traz” não abandona ninguém.  A separação de um grupo deve ser feita em último caso, como por exemplo se precisar deslocar para conseguir atendimento para um membro do grupo com machucado.

E uma última dica para o caso de optar deslocar:  Não deixe mochila ou equipamento para trás pensando que vai ficar mais leve, você pode precisar muito deste material.

Mais do que nunca pensar como equipe é fundamental, sejam essas pessoas da sua família, amigos ou apenas conhecidos. Somos responsáveis por nossa segurança e de todos os integrantes de nossa equipe, pensa muito antes de agir. Não tome decisões sem pensar nas consequências e discutir com o grupo. 

POR QUE IR NA TIROLESA MINEIRÃO?

Bom, esse texto é para aquelas pessoas que até acharam a ideia de ter uma tirolesa no Mineirão legal, mas não sabem ainda se vale a pena o investimento (caso você não esteja sabendo dessa novidade, clica aqui e fique por dentro!).

Vou contar como foi comigo, torcendo para conseguir passar para palavras o turbilhão de sensações e emoções que aconteceram em um curto espaço de tempo.

No meu caso, que gosto de atividades de aventura, a simples palavra tirolesa já me aguça a curiosidade. E justamente por gostar, já tive várias experiências com tirolesas de diferentes tamanhos, velocidades e estilos (sabia que existem vários tipos de tirolesa? Por exemplo, tirolesa que cai na água, que desce em posição de super-homem, urbanas, mais próximas a natureza e algumas outras. Veja mais aqui).

Essa bagagem que eu trago, acaba me deixando um pouco mais exigente. Sempre me pergunto se descer a próxima tirolesa vai me trazer aquele frio na barriga que adoro. Se a próxima descida me trará algo novo, me deixará de alguma forma mais feliz.  Afinal, qual o sentido de uma aventura sem diversão e alegria, não é mesmo?

E foram com esses questionamentos e dúvidas que resolvi dar uma chance para a Tirolesa no Mineirão. Confesso que não sou uma torcedora muito boa, por vezes nem sei em qual campeonato estamos ou quando meu time irá jogar. E talvez por isso, fui sem maiores pretensões para o Gigante da Pampulha.

E a minha primeira surpresa já foi aí: Fiz o Tour no Mineirão e conheci o Museu Brasileiro do Futebol (Museus eu adoro!). E foi fantástico! Mesmo para quem não é tão fã de futebol, vale a pena. Nesse passeio, fica claro que o futebol é um esporte que faz parte da nossa cultura e que todos temos alguma relação com ele. Para quem é um torcedor de carteirinha, o passeio fica ainda mais perfeito. Uma dica aqui é ir com a família, pois tem atração para todo mundo.

E falando em atração para todo mundo, chegou o momento mais esperado por mim: a descida na Tirolesa no Mineirão. Fui equipada pela equipe Nerea ao lado do gramado, ali na grama sintética. E Só de estar quase dentro do campo a emoção já é diferente. Olhei para o início da tirolesa, que é no último elo da arquibancada e pensei: Nem é tão alta assim, será que vou curtir?

Depois de uma caminhada até o início da tirolesa essa minha primeira impressão já mudou. É alta sim! Ainda que eu já tenha ido em outras com vários metros a mais, os 35 metros de altura da Tirolesa do Mineirão cumprem a sua função e por si só já dão um friozinho na barriga.

Os monitores foram muito simpáticos e atenciosos, além de muito atentos a segurança. Aí já ganhou mais um ponto comigo, porque gostar de frio na barriga não tem nada a ver com se arriscar, e ali, me senti segura.

O grande momento chegou: “É só sentar e esticar as pernas”, eles disseram. E a partir desse momento, eu vivi algo incrível! Não era só sentar e esticar as pernas, era voar. Era sentir o vento batendo no meu rosto. Era sentir a liberdade como algo quase palpável. Eu conseguia ouvir as batidas do meu coração, como se eu tivesse entrado em um outro tempo e ritmo. Os poucos segundos pareceram infinitos enquanto duraram (e eu não queria que acabasse!).

Eu olhava para baixo e via aquele gramado, palco de tantas vitórias e derrotas, um lugar que carrega tanta história de raça, determinação e superação. Aí me vi ali, superando mais uma vez aquele medo que insiste em aparecer antes de qualquer aventura. O tal frio na barriga, que já falei. Naquele momento lembrei que sou forte e posso superar muitos outros medos e incertezas na minha vida.

E durante a descida, a arquibancada parecia ainda maior do que antes, quase intimidadora. Mas aí você pensa que você está tendo a oportunidade de descer em uma tirolesa naquele lugar,e o que era intimidador se mostra acolhedor.  Por um segundo imaginei aquele lugar lotado, como em dia de clássico, e consegui ter uma ideia mínima da emoção que apenas um estádio de futebol consegue transmitir. Nesse momento eu entendi aquela propaganda que diz: “Não é só futebol.”

Realmente, o Mineirão, mais do que nunca, não é só futebol. E vivenciar isso é algo inexplicável, mas que vale a pena ser vivido. Isso eu garanto.

Assista o vídeo abaixo para ter um gostinho de tudo que disse aqui:

TIROLESA NO MINEIRÃO NEREA

E foi dada a largada! Estamos começando esse texto com uma fala típica de corrida, para falar de uma nova atração no Estádio do Mineirão. E não estamos falando de futebol, hein? A novidade do Gigante da Pampulha é uma tirolesa, para você sair da zona de conforto!

À partir do dia 28 de janeiro de 2020, a Tirolesa no Mineirão estará disponível para o público. Quem tiver mais de 4 anos e 1,10 metros de altura já pode se preparar!

Como adoramos aventura e adrenalina, e também curtimos esportes, não poderíamos deixar de falar dessa super tirolesa.  São 35 metros de altura e 220 metros de extensão de pura emoção.

O Estádio Mineirão

O Mineirão tem se apresentado cada vez mais como uma opção de lazer em Belo Horizonte, que vai muito além de clássicos e jogos de futebol.

É possível curtir o estádio em shows e eventos que utilizam do espaço, patinando, pedalando ou simplesmente curtindo um dia ao ar livre com a família e amigos na esplanada.

Mas ainda há uma outra opção, que muitos ainda não conhecem: O Tour no Mineirão. Nesse tour é possível ter acesso a espaços que até então apenas os jogadores tinham, como o espaço tribuna, a cabine do técnico e reservas e vestiários.

E agora, para quem quiser fazer esse passeio, vai poder conhecer um pouco mais sobre o futebol mineiro e experimentar uma atividade que deixará a experiência inesquecível: A Tirolesa do Mineirão.

Sobre a Tirolesa no Mineirão

Planejada, montada e operada pela Nerea, empresa especializada em atividades de aventura com mais de 15 anos de mercado, a segurança é garantida.

Toda a montagem da estrutura da tirolesa foi embasada em normas de engenharia e de segurança. E para que seja realmente segura, os equipamentos também são de qualidade e possuem certificações.

E não para por aí, os monitores da Tirolesa Mineirão foram capacitados pela Nerea para operarem de forma correta. Possuem conhecimentos de atividades verticais e de gestão de segurança.

Tudo isso para garantir muita diversão e garantir aos participantes uma recordação perfeita para contar futuramente aos netos. Afinal, pra que contar histórias de dormir se podemos contar nossas aventuras?

E aí, já acrescentou a Tirolesa no Mineirão na sua lista de Coisas para se fazer antes dos 90 anos? Bora passar para a lista de Melhores experiências vividas?

Terça a sexta-feira: 11h, 13h30 e 15h 
Sábado, domingo e feriado: 11h e 13h30
Compre de ingressos: www.meumineirão.com.br

CONHEÇA UMA DAS ROTAS MAIS PERIGOSA DO MUNDO

A trilha Caminito Del Rey é um trekking que foi construído em um penhasco e tinha uma estrutura bem simples, precária e perigosa, porém tinha que ser usada diariamente por vários operários de uma hidrelétrica para transportar os materiais,  fazer vigilância e manutenção.

Graças a essa infraestrutura, o caminho era considerado o segundo mais perigoso do mundo, ficando atrás somente do trekking Huashan na China. 

Caminito Del Rey

Esse percurso está localizado na província de Andaluzia, em Málaga e foi inicialmente projetado como caminho para que os trabalhadores da usina hidrelétrica conseguissem realizar funções focadas na usina. 

Vale ressaltar que é um caminho centenário e começou a ser construído em 1901, sendo finalizado apenas em 1905.

Após a dissolução da hidroelétrica, o Caminito Del Rey foi abandonado, comprometendo a estrutura e deixando o caminho sem qualquer segurança.

Depois, o percurso começou a ser usado como rota turística, mas a falta de estrutura resultou na morte de alguns turistas, fazendo com que o percurso fosse fechado em 1999.

Depois de 12 anos, em 2011, o governo da Andaluzia fechou um acordo para restaurar o trajeto, deixando-o estruturado para evitar acidentes.

Após um investimento de 9 milhões de euros, o trajeto ganhou estacionamento para os visitantes, iluminação e museu. Toda essa revitalização demorou três anos e o Caminito Del Rey foi reaberto em 2015.

A reforma substituiu as prateleiras de madeira por placas de concreto e ganharam guarda corpo, para minimizar possíveis quedas.

O caminho não é tão exigente, mas é preciso ter muita coragem para atravessa-lo! Segundo alguns contos locais, há duas versões sobre o rei quando ele inaugurou esse trajeto.

A primeira fala que a majestade completou ele por inteiro, já a segunda relata que o rei não teve coragem de atravessar o trajeto.

E você, teria coragem? Lembrando que, atualmente, o caminho está todo estruturado!  

06 parques incríveis para visitar em MG

Minas Gerais é um estado conhecido pela paisagem montanhosa. Repleto de cachoeiras, chapadas e uma grande biodiversidade, com sua natureza exuberante.

E para manter nosso Estado com toda essa beleza conservada existem, entre outras coisas, diversos parques que são na verdade unidades de conservação (UCs).

Isso quer dizer que grande parte das belezas naturais que temos está protegida por lei em áreas preservadas por possuírem características ambientais importantes para a sociedade e para a natureza. 

Quer ajudar a defender a natureza? Que tal começar visitando essas unidades de conservação?

Dessa maneira, é possível ver de perto a diversidade da fauna e da flora, conhecer a estratégias utilizadas na conservação dessas áreas, desfrutar da experiência de se ter contato com o ar puro e com todas as belezas e a tranquilidade que esses espaços proporcionam.

Ocupando essas unidades de conservação, as pessoas mostram ao poder público que faz sentido investir no cuidado com esses espaços. 

Vamos ajudar falando um pouco sobre seis desses parques. Bora já preparar o roteiro para as férias de final de ano?

PARQUE DO ROLA MOÇA

A área protegida está localizada na Região Metropolitana de Belo Horizonte – incluindo os municípios de Nova Lima, Ibirité e Brumadinho.

É o terceiro maior parque de área urbana do país com 4 mil hectares, o equivalente a 5.611 campos de futebol.

Esse parque, situado numa zona de transição de Cerrado para Mata Atlântica, é o habitat natural de espécies da fauna ameaçadas de extinção, como a onça parda, a jaguatirica e o lobo-guará

Outra boa surpresa do Parque do Rola Moça é a possibilidade de ver um lindo pôr do sol. Para isso, há diversos mirantes.

Mas até chegar o final do dia, muita beleza e diversão pode ser encontrada em trilhas e cachoeiras, que possuem uma boa estrutura para receber os visitantes.

Endereço: A entrada do Parque fica na Av. Montreal- no bairro Jardim Canadá, em Nova Lima. O telefone para mais informações é (31) 3581-3523. 

PARQUE DO SUMIDOURO

Esse é um dos nossos preferidos. Para quem também curte aventura, o Parque conta com diferentes opções de escaladas e trilhas guiadas. Durante a caminhada, é possível sentir a umidade típica de uma vegetação que mistura Cerrado e Mata Atlântica. 

E tem muito mais! Além da natureza e dos esportes radicais, um pedaço importante da história de Minas Gerais está guardado por lá.

Um exemplo é a Casa Fernão Dias, um patrimônio cultural tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha) que faz parte do espaço.

Quer mais? O Parque do Sumidouro tem! Lá existem 53 cavernas e 157 sítios arqueológicos.

Na Lapa do Sumidouro, por exemplo, é possível ver de perto as pinturas rupestres, com registros feitos por quem vivia em harmonia com a natureza selvagem há milhares de anos atrás.

Portaria Museu Peter Lund / Gruta da Lapinha: (31) 3689 8592 / (31) 3689 8585 / (31) 3689 8575 / (31) 3689 8037

Endereço: Rodovia AMG 0115, estrada Campinho-Lapinha, Km 6. Lagoa Santa / MG

PARQUE DO ITACOLOMI

Piscinas naturais, quedas d’água, e muita diversidade de animais. Essa unidade de conservação é mais uma daquelas que tem a natureza como maior triunfo, mas também tem muita história.

Quem sobe até o pico, uma caminhada de pouco menos de duas horas a 1700 metros de altitude, pode ver lá de cima um amplo horizonte. Alcançando as cidades de Ouro Preto, Mariana, a represa de Lavras Novas e até uma parte da Serra do Caraça. As trilhas são autoguiadas, com sinalizações durante todo o caminho. 

Quem visita o Parque também pode conhecer o Museu do Chá, situado na antiga Fazenda José do Manso, lugar conhecido por ser polo produtor de chá na primeira metade do século XX. 

O Parque também abriga o complexo de cachoeiras da Serrinha com lindo cenário, quedas d’água e piscinas naturais onde o visitante poderá se banhar e contemplar a paisagem.

Endereço: O Parque está localizado na BR-356, Km 98 – Bauxita, Ouro Preto – MG, 35400-000. Para mais informações é só ligar (31) 3551-6193 

PARQUE ESTADUAL DO IBITIPOCA

Não é à toa que o Parque Estadual de Ibitipoca é um dos mais visitados de Minas Gerais. São 1.500 hectares de área protegida, o mesmo que 2.100 campos de futebol.

Para garantir a proteção da área, mantendo sua tranquilidade, por dia, somente é permitida a entrada de no máximo 600 pessoas. 

Para receber tanta gente que vem de longe, o espaço se modernizou, contando com centro de informações, restaurante e camping. São três as opções de circuito para quem quer fazer as trilhas, todas devidamente sinalizadas para quem quiser ir por conta própria.

Existem alternativas de caminhadas mais pesadas e até trilhas que contam com passagem por águas bem calmas, ideais para quem vai com crianças. 

Um dos pontos altos do Parque é a famosa Janela do Céu, localizada acima de uma cachoeira de 20 metros, onde correm águas douradas vindas do Rio Vermelho.

Existem também diversas grutas no Parque, como a Gruta dos Fugitivos, que recebeu esse nome por ser o lugar de refúgio de negros escravizados.

Já a Gruta dos Três Arcos tem 30 metros de extensão, espaço onde se pode caminhar com a ajuda das luzes que entram pelas fendas. 

Endereço: Para chegar, você precisa ir até a Vila de Conceição do Ibitipoca, que fica a três quilômetros da portaria do Parque. Se precisar de mais informações, ligue (32) 3281 1101

PARQUE DO RIO PRETO

A região atrai turistas pela fauna e pela flora conservadas e por guardar tesouros históricos, como pinturas rupestres e paredões de quartzo em uma área protegia de 12.184 hectares.

Localizado no município de São Gonçalo do Rio Preto, o parque está a aproximadamente 70 quilômetros de Diamantina.

A unidade de conservação está inserida no complexo da Serra do Espinhaço e foi o primeiro a receber o marco de referência da Estrada Real – que vai de Parati a Diamantina. 

Os recursos hídricos privilegiados favorecem a formação de cachoeiras, piscinas naturais, corredeiras, sumidouros, cânions e praias fluviais com areias brancas – todas abertas à visitação.

Entre os atrativos turísticos, destacam-se as cachoeiras do Crioulo e da Sempre Viva, as pinturas rupestres e os mirantes naturais, que permitem aos visitantes observar toda a área da unidade e do entorno.

O parque oferece 12 alojamentos, simples, mas confortáveis, para até 52 pessoas. Há também área de camping para 30 barracas. De quinta-feira a domingo, o restaurante serve comidas mineiras.

Endereço: Para chegar é preciso ir a São Gonçalo do Rio Preto e, de lá, seguir 14 quilômetros até a portaria do Parque. A estrada é de terra batida e bem sinalizada.  Para mais informações, ligue (38) 99765621.

PARQUE DO RIO DOCE

O Parque fica na região do Vale do Aço e em seus 35.970 hectares de área preservada está a maior floresta tropical de Minas Gerais. 

O lugar também é conhecido pela quantidade de água que guarda. São 42 lagos naturais, sendo que um deles é considerado um dos maiores e mais profundo do Brasil, chegando a 39 metros de profundidade.

Existem alojamentos e campings disponíveis dentro do Parque para quem quer ficar imerso nessa área verde cheia de surpresas.

Endereço: MG 760, Santa Rita de Marliéria. Para mais informações, ligue (31) 3824-6146