A América Latina está repleta de lugares extraordinários como Gramado, El Calafate, Las Lajas, Ilha de Páscoa, Fernando de Noronha e Machu Picchu.

 

 

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Machu Picchu ou cidade perdida dos Incas, é o enfoque do texto de hoje, afinal de contas, foi o destino da médica Júlia Brandão Pinto, de 34 anos.

Antes de focarmos na entrevista com a Júlia, vamos falar um pouco sobre a cidade em si.

 

Machu Picchu

O lugar é considerado patrimônio mundial da UNESCO e é considerado uma das sete maravilhas do mundo moderno, além disso a cidade é repleta de história.

A cidade pré-colombiana foi descoberta apenas em 1911, por isso as construções originais se deterioraram muito e 70% do local teve que ser reconstruído.

Machu Picchu está localizado no Peru, em uma montanha situada a 2400 metros de altitude.

Segundo a história local, Machu Picchu foi construído no século XV como um dos principais símbolos do império inca. A arquitetura da cidade permitiu que o espaço fosse otimizado abrigando dois campos agrícolas, grandes armazéns e um centro urbano.

Algumas lendas dizem que a cidade foi construída para servir de passagem para o Deus do Sol.

 

Agora vamos para a entrevista com a médica Júlia Brandão Pinto.

 

Antes de programar uma viagem, é essencial estudar o destino e descobrir a melhor época do ano, afinal, Machu Picchu com chuva não seria legal, não é mesmo?

Júlia estudou o destino e contou para gente porque escolheu viajar no mês de setembro:

Fui em setembro, porque é uma época de calor e pouca chuva. É recomendado viajar até outubro por esse motivo. Não pegamos chuva nenhum dia e a desvantagem dessa época é a variação de temperatura(de dia muito quente e à noite muito frio).

 

Por ser um lugar frequentemente visitado por turistas do mundo inteiro, é de se esperar que a infraestrutura seja impecável, para Júlia a infraestrutura e os guias foram sensacionais:

A infraestrutura é muito boa, os guias ficam disponíveis na entrada do parque e é fácil para a contratação.

 

Os vilarejos próximos a Machu Picchu ficam localizados em uma distância pequena, por isso os turistas acabam tendo receio de ficarem perdidos e acabar perdendo a visita, mas Júlia deu o caminho das pedras:

O povoado vizinho de Machu Picchu é Águas Calientes, onde recebe os turistas para a visita da famosa estrutura arqueológica dos incas. Em relação a localização, o vilarejo é minúsculo e não há muito o que errar e têm disponível um mapa em grande dimensão.

 

Por ser um lugar frequentado por gente de todo o mundo, Júlia comentou sobre o clima local e como os nativos proporcionam muita diversão para os turistas:

Como Machu Picchu é visitado por pessoas do mundo todo, as cidades de Cusco e de Águas Calientes possuem um clima animado e com muitas festas. Alguns peruanos se vestem com roupas típicas peruanas para os turistas tirarem fotos e em troca dar-lhes um trocado.

 

Além do clima que os peruanos proporcionam para os turistas, Júlia destacou a simpatia que eles tem para com os turistas:

Os peruanos são muito simpáticos e prontos para ajudar os turistas. Estas cidades vivem do turismo e estão muito bem preparadas para recebe-los.

 

Seja pelo fuso horário, altitude e clima, quando você viaja para um local diferente do habitual é necessário que haja uma aclimatação, para que o corpo volte a funcionar normalmente.

Machu Picchu é um lugar que está localizado em uma altitude elevada em relação ao nível do mar, por isso o ar é rarefeito, fazendo com que os turistas sintam-se incomodados nos primeiros dias.

A médica contou a experiência dela nesse processo de aclimatação:

Essa foi a parte mais difícil para mim. É necessário aclimatar pelo menos 3 dias antes de iniciar as caminhadas de trekking, e mesmo seguindo conselhos de mascar e tomar o chá de coca e pílula de sorojchi(para aliviar o mal da altitude) não escapei do famoso mal de altitude.

Parecia que esse mal estar(dor de cabeça e muitas náuseas) já vinha incluído no pacote do passeio, mas nada melhor do que tomar o chá e a pílula e logo já passava os sintomas. O ar é muito rarefeito, então andar muito rápido, conversar e subir alguns degraus, já vinha aquela falta de ar. Tinha que parar, respirar e fazer tudo com muita calma.

 

Júlia também falou sobre os equipamentos e preparação para a viagem, porém esse texto você irá conferir no Blog NEREA.

Lá abordaremos a viagem da Júlia com uma linguagem mais técnica.

 

Machu Picchu é um lugar fantástico, particularmente tenho muito desejo de visitar o lugar e você, já foi ou tem interesse de conhecer um pedaço da história dos Incas?